Venda de tablets deve cair quase 30% em 2015

As vendas de tablets no Brasil devem recuar 29,5 por cento este ano, pressionadas pela forte queda do real contra o dólar e por canibalização gerada por celulares inteligentes com telas grandes, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela empresa de pesquisa de mercado IDC

As vendas de tablets no Brasil devem recuar 29,5 por cento este ano, pressionadas pela forte queda do real contra o dólar e por canibalização gerada por celulares inteligentes com telas grandes, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela empresa de pesquisa de mercado IDC
As vendas de tablets no Brasil devem recuar 29,5 por cento este ano, pressionadas pela forte queda do real contra o dólar e por canibalização gerada por celulares inteligentes com telas grandes, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela empresa de pesquisa de mercado IDC (Foto: Leonardo Attuch)


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SÃO PAULO (Reuters) - As vendas de tablets no Brasil devem recuar 29,5 por cento este ano, pressionadas pela forte queda do real contra o dólar e por canibalização gerada por celulares inteligentes com telas grandes, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela empresa de pesquisa de mercado IDC.

A categoria deve registrar vendas de 6,675 milhões de tablets este ano no Brasil, incluindo notebooks com tela destacável, ante 9,463 milhões em 2014.

No segundo trimestre, segundo os dados mais recentes da empresa, as vendas de tablets no país caíram 35 por cento sobre o mesmo período do ano passado, para 1,27 milhão de unidades. O volume também representa um recuo de 29 por cento sobre o total comercializado nos três primeiros meses do ano, segundo a IDC.

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Segundo o analista de pesquisas da IDC Brasil, Pedro Hagge, o desempenho do mercado ficou aquém do esperado principalmente por conta da alta do dólar, que fez com que mais da metade das marcas que faziam negócios no mercado brasileiro deixassem o país.

"Empresas menores, que importavam seus produtos de olho no bom desempenho do mercado, que aconteceu entre 2013 e 2014, (...) têm apenas duas opções: encalhar com o produto ou vender com prejuízo. Muitas delas acabam imigrando para outro país que esteja vivendo um momento econômico melhor", disse Hagge em comunicado da IDC. 

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(Por Alberto Alerigi Jr.)

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