Venda de cimento no Brasil em abril cai 6,9% sobre um ano antes

Segundo a entidade, as vendas por dia útil de cimento no Brasil em abril somaram 185,5 mil toneladas, um crescimento de 9,8% sobre março e queda de 2,5% na comparação com abril de 2019

Vendas de cimento atingiram 57,2 milhões de toneladas no Brasil em 2016, queda de 11,7% em relação a 2015, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC); trata-se do pior número desde 2009
Vendas de cimento atingiram 57,2 milhões de toneladas no Brasil em 2016, queda de 11,7% em relação a 2015, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC); trata-se do pior número desde 2009 (Foto: Reprodução)


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Reuters - A comercialização de cimento no Brasil no mês passado caiu 6,9% sobre o mesmo período do ano passado, para 4,08 milhões de toneladas, mas avançou na comparação com março quando medida por dia útil, afirmou nesta quinta-feira a associação de fabricantes do insumo, Snic.

Segundo a entidade, as vendas por dia útil de cimento no Brasil em abril somaram 185,5 mil toneladas, um crescimento de 9,8% sobre março e queda de 2,5% na comparação com abril de 2019.

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O Snic considera o índice de vendas por dia útil mais significativo para medir a performance do setor.

"Por conta da estratégia comercial de algumas empresas que anteciparam compras... somadas à continuidade das obras imobiliárias, os números da indústria não despencaram", afirmou a entidade em comunicado à imprensa.

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"Outro fator positivo foi o setor de concreto ter continuado em pleno funcionamento desde o início da pandemia, garantindo um fluxo contínuo na demanda por cimento e na execução de obras", acrescentou a entidade.

No acumulado do ano até abril, as vendas de cimento no país registram queda de 1,9% sobre o mesmo período de 2019, para 16,8 milhões de toneladas.

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Os números foram divulgados no mesmo dia em que uma comitiva de representantes de vários setores industriais do país, incluindo de construção, acompanhou o presidente Jair Bolsonaro em uma audiência com o presidente do Supremo Tribunal Federal, José Dias Toffoli, para reclamar das restrições impostas por Estados e municípios à indústria e ao comércio durante a epidemia de coronavírus.

O encontro, chamado de repente por Bolsonaro, foi encarado como uma pressão sobre o STF. Durante a audiência, Bolsonaro afirmou ainda que assinou mais uma ampliação do decreto de serviços essenciais para incluir nessa lista a construção civil, e informou que nas próximas horas fará novas inclusões, em uma forma de driblar as determinações de isolamento social dos governadores.

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