Uma ideia ridícula: Temer, o presidente da recessão, criará a secretaria do crescimento

Michel Temer, o presidente que mergulhou o Brasil na maior recessão de sua história, pretende criar uma "Secretaria do Crescimento". A ideia do Planalto é tornar a futura pasta responsável pela agenda de medidas microeconômicas, na linha das anunciadas na quinta-feira; economista da escola de negócios Insper João Manoel Pinho de Mello é cotado para integrar a equipe econômica e assumir a nova secretaria, o que só deverá ocorrer em março

Brazilian Finance Minister Henrique Meirelles (L) and acting President Michel Temer attend a meeting 
Brazilian Finance Minister Henrique Meirelles (L) and acting President Michel Temer attend a meeting  (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - Michel Temer, o presidente que mergulhou o Brasil na maior recessão de sua história, pretende criar uma "Secretaria do Crescimento". A ideia do Planalto é tornar a futura pasta responsável pela agenda de medidas microeconômicas, na linha das anunciadas na quinta-feira. Ao mesmo tempo, conta com uma redução dos juros bancários, na esteira da queda da taxa Selic.

As informações são do Estado de S.Paulo

"O economista da escola de negócios Insper João Manoel Pinho de Mello é cotado para integrar a equipe econômica e assumir a nova secretaria, o que só deverá ocorrer em março, segundo apurou o Estado. Até janeiro, a prioridade do governo é complementar a regulamentação das dez 10 medidas incluídas no pacote anunciado pelo presidente Michel Temer.

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Em seguida, quer acelerar os estudos dos projetos de desburocratização tributária, avançar no destravamento do crédito e melhoria da produtividade da indústria nacional. A opção nesse primeiro pacote de medidas foi a renegociação de dívidas das empresas e facilitação do pagamento de débitos tributários. Mas o diagnóstico é que ainda há muito o que fazer, principalmente em relação à área trabalhista e de desobstrução do canal de crédito.

A avaliação é que a crise de crédito é hoje o principal fator a atrapalhar a retomada e que uma concorrência maior entre os bancos, públicos e privados, deve ajudar a melhorar essa situação. Com o aumento do corte da taxa básica de juros pelo Banco Central, as instituições oficiais devem puxar um movimento de redução nas taxas de suas linhas. A Caixa se antecipou e cortou em 0,25 ponto porcentual os juros do crédito imobiliário."

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