Uma das heranças malditas de Bolsonaro para próximo presidente é uma economia destroçada

Considerando as projeções atuais para o final de 2022, praticamente todos os grandes indicadores macroeconômicos do país pioraram

(Foto: ABr)


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247 - Reportagem da Folha de S.Paulo neste domingo alerta: "Quem assumir a presidência do Brasil em 2023, seja o atual presidente reeleito ou não, terá de lidar com uma herança que inclui piora do ambiente interno de negócios, da imagem internacional do país e dos principais indicadores da economia".

A reportagem aponta que considerando as projeções atuais para o final de 2022, praticamente todos os grandes indicadores macroeconômicos do país pioraram sob o governo Bolsonaro. 

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O cenário projetado é de de juros, inflação, desemprego e endividamento mais elevados, atividade econômica, investimentos estrangeiros e câmbio mais fracos. 

O dólar deve passar de R$ 3,87 ao fim de 2018 para R$ 5,50 no ano que vem, uma das maiores desvalorizações entre países emergentes no período. O desemprego subiria de 11,6% para 12,2%, níveis historicamente elevados, aponta a reportagem.

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