Tombini: expansão de 2% do PIB não é suficiente

Presidente do Banco Central afirmou em Davos que Brasil “precisa fazer mais”, diante de patamar de crescimento anual de 2 por cento registrado no terceiro trimestre de 2013; segundo ele, o início da redução do estímulo pelo banco central norte-americano tem tido um saldo positivo para o país

Presidente do Banco Central afirmou em Davos que Brasil “precisa fazer mais”, diante de patamar de crescimento anual de 2 por cento registrado no terceiro trimestre de 2013; segundo ele, o início da redução do estímulo pelo banco central norte-americano tem tido um saldo positivo para o país
Presidente do Banco Central afirmou em Davos que Brasil “precisa fazer mais”, diante de patamar de crescimento anual de 2 por cento registrado no terceiro trimestre de 2013; segundo ele, o início da redução do estímulo pelo banco central norte-americano tem tido um saldo positivo para o país (Foto: Roberta Namour)


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DAVOS, Suíça, 24 Jan (Reuters) - O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou nesta sexta-feira que o patamar de crescimento anual de 2 por cento do Brasil registrado no terceiro trimestre de 2013 não é suficiente.

"Não é bom o suficiente e precisamos fazer mais", disse Tombini no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil teve uma expansão de 2,2 por cento no terceiro trimestre de 2013 na comparação com igual período de 2012.

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Entretanto, quando comparado com o segundo trimestre, a atividade registrou contração de 0,5 por cento entre julho e setembro.

Para Tombini, o início da redução do estímulo pelo banco central norte-americano tem tido um saldo positivo para o Brasil. O Federal Reserve, anunciou em dezembro redução de seu agressivo programa de compra de títulos mensais em 10 bilhões de dólares, para 75 bilhões de dólares.

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Sobre um movimento global de saída dessas medidas de política monetária, o presidente do BC brasileiro disse que ela "não é sincronizada" neste momento.

"Isso é bom de algumas maneiras já que não há um efeito de aspirador de pó... mas você pode ter mais volatilidade nas taxas de câmbio", argumentou.

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(Texto de Camila Moreira, em São Paulo; Edição de Alexandre Caverni)

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