Tombini: ajuste está mais lento que o esperado
'O ajuste fiscal está em velocidade diferente do que imaginávamos e isso tem a ver com questões políticas, mas há um consenso crescente em torno da medida e isso vai ajudar. Mas o ajuste fiscal mais lento teve impacto na taxa de câmbio e isso trouxe certas dificuldades para reancorar as expectativas', disse o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, em seu discurso no Instituto Internacional de Finanças
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247 - O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou, nesta quinta-feira, em seu discurso no Instituto Internacional de Finanças (IIF, na sigla em inglês), que o ajuste fiscal está sendo mais lento que o esperado e que “fatores domésticos não econômicos” tem ampliado a volatilidade do mercado.
"O ajuste fiscal está em velocidade diferente do que imaginávamos e isso tem a ver com questões políticas, mas há um consenso crescente em torno do ajuste fiscal e isso vai ajudar. Mas o ajuste fiscal mais lento teve impacto na taxa de câmbio e isso trouxe certas dificuldades para reancorar as expectativas", disse.
Ele afirmou ainda que “fatores domésticos não econômicos” tem ampliado a volatilidade do mercado: “No caso brasileiro, fatores domésticos também têm desempenhado um papel importante na dinâmica da taxa de câmbio. Incertezas quanto à trajetória das variáveis fiscais e não-econômica têm aumentado os prêmios de risco país e acrescentou a volatilidade ao mercado doméstico”.
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