Tijolaço: Brasil pode terminar 2017 com 15 milhões de desempregados

Sobre o aumento do desemprego para 13,5 milhões de pessoas, divulgado hoje pelo IBGE, o jornalista Fernando Brito, do blog Tijolaço, diz que os números desmentem o discurso do governo mostram uma situação que pode piorar ainda mais; "Já não é impossível que cheguemos ao final do ano com 15 milhões de desempregado, superando as previsão mais pessimista de que este número chegasse a 14 milhões"

Sobre o aumento do desemprego para 13,5 milhões de pessoas, divulgado hoje pelo IBGE, o jornalista Fernando Brito, do blog Tijolaço, diz que os números desmentem o discurso do governo mostram uma situação que pode piorar ainda mais; "Já não é impossível que cheguemos ao final do ano com 15 milhões de desempregado, superando as previsão mais pessimista de que este número chegasse a 14 milhões"
Sobre o aumento do desemprego para 13,5 milhões de pessoas, divulgado hoje pelo IBGE, o jornalista Fernando Brito, do blog Tijolaço, diz que os números desmentem o discurso do governo mostram uma situação que pode piorar ainda mais; "Já não é impossível que cheguemos ao final do ano com 15 milhões de desempregado, superando as previsão mais pessimista de que este número chegasse a 14 milhões" (Foto: Aquiles Lins)


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Por Fernando Brito, do Tijolaço - Os números da Pesquisa por Amostra Domiciliar (Pnad) do IBG, divulgados há pouco, revelam que o desemprego, apesar dos anúncios oficiais de que teria começado a se reverter, continua subindo e muito fortemente.

Diz o resultado da Pnad que:

A população desocupada chegou a 13,5 milhões e bateu o recorde da série iniciada em 2012. Este contingente cresceu 11,7% (mais 1,4 milhão de pessoas) frente ao trimestre encerrado em novembro de 2016 e 30,6% (mais 3,2 milhões de pessoas em busca de trabalho) em relação a igual trimestre de 2016.

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Mas estre resultado não é um retrato do que passou, Feita a comparação entre trimestre novembro-dezembro-janeiro com o dezembro-janeiro-fevereiro (2107) o número subiu em 600 mil desocupados. Só perde – e por pouco – para os 700 mil desempregados a mais na mesma transição em 2016.

É, portanto, a segunda maior variação mensal já registrada.

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Já não é impossível que cheguemos ao final do ano com 15 milhões de desempregado, superando as previsão mais pessimista de que este número chegasse a 14 milhões.

O número de trabalhadores da construção civil, uma das maiores fontes de emprego do país caiu, pela primeira vez em muitos anos, abaixo de 7 milhões e vai cair mais, porque as obras públicas, já imobilizadas, em grande parte, pelas repercussões da Lava Jato, vão praticamente acabar com os cortes orçamentários – ampliados anteontem por Henrique Meirelles.

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O descompasso entre o mundo das colunas econômicas e a realidade é cada vez maior e não pode ser eternamente escondido com previsões otimistas.

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