Temer volta a derrubar confiança do comércio

A confiança do comércio brasileiro recuou em julho pela segunda vez consecutiva e voltou ao patamar de março por causa do quadro de incerteza política, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira; "O resultado mostra que o aumento da incerteza originado com a crise política pode ter impactado o lado real da economia", explicou por meio de nota o superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE, Aloisio Campelo Jr; a crise política decorre do fato de Michel Temer ser o primeiro ocupante da presidência na história do Brasil a ser formalmente denunciado por corrupção; acuado, ele tem liberado bilhões aos deputados, enquanto tenta aumentar impostos

A confiança do comércio brasileiro recuou em julho pela segunda vez consecutiva e voltou ao patamar de março por causa do quadro de incerteza política, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira; "O resultado mostra que o aumento da incerteza originado com a crise política pode ter impactado o lado real da economia", explicou por meio de nota o superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE, Aloisio Campelo Jr; a crise política decorre do fato de Michel Temer ser o primeiro ocupante da presidência na história do Brasil a ser formalmente denunciado por corrupção; acuado, ele tem liberado bilhões aos deputados, enquanto tenta aumentar impostos
A confiança do comércio brasileiro recuou em julho pela segunda vez consecutiva e voltou ao patamar de março por causa do quadro de incerteza política, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira; "O resultado mostra que o aumento da incerteza originado com a crise política pode ter impactado o lado real da economia", explicou por meio de nota o superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE, Aloisio Campelo Jr; a crise política decorre do fato de Michel Temer ser o primeiro ocupante da presidência na história do Brasil a ser formalmente denunciado por corrupção; acuado, ele tem liberado bilhões aos deputados, enquanto tenta aumentar impostos (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – Mais um indicador, divulgado nesta quarta-feira, comprova o custo Michel Temer para a economia brasileira. Primeiro ocupante da presidência na história do Brasil a ser formalmente denunciado por corrupção, ele tem liberado bilhões aos deputados, enquanto tenta aumentar impostos. Em meio a essa instabilidade, a confiança do comércio voltou a cair.

Confira abaixo reportagem da Reuters:

SÃO PAULO (Reuters) - A confiança do comércio brasileiro recuou em julho pela segunda vez consecutiva e voltou ao patamar de março por causa do quadro de incerteza política, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

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O Índice de Confiança do Comércio (Icom) do Brasil registrou queda de 2,3 pontos em julho e foi a 83,4 pontos, retornando ao nível de março. O resultado fez com que a média móvel trimestral também recuasse neste mês (1,9 ponto), o que não ocorria desde janeiro.

"O resultado (...) mostra que o aumento da incerteza originado com a crise política pode ter impactado o lado real da economia", explicou por meio de nota o superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE, Aloisio Campelo Jr.

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A crise política que eclodiu em maio e levou o presidente Michel Temer a ser denunciado por crime de corrupção passiva também fez com que a confiança do consumidor recuasse em julho.

O resultado do índice do comércio em julho teve como base tanto a queda do Índice de Situação Atual (ISA-COM) de 0,4 pontos, para 79,2 pontos, como o recuo de 4,0 pontos do Índice de Expectativas (IE-COM), para 88,4 pontos.

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