Temer reduz investimento ao menor nível em 10 anos
Sob o comando de Michel Temer, o Brasil retrocedeu dez anos nos investimentos federais; enquanto o peemedebista não economiza para salvar a própria pele e permanecer no Planalto —já comprometeu R$ 15 bilhões dos cofres públicos para comprar sobrevida no cargo junto a parlamentares—, os desembolsos federais em investimentos minguam e devem comprometer ainda mais a retomada da economia; de janeiro a maio deste ano, os investimentos representaram apenas 2,47% das despesas primárias do governo federal, contra 4,7% no mesmo período do ano passado e 8,7% em 2014, ano em que foi registrado o nível mais alto desde 2007, segundo dados do Tesouro Nacional
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247 - Com Michel Temer, os investimentos do governo federal podem terminar 2017 no menor patamar como proporção das despesas primárias em pelo menos uma década e comprometer ainda mais a retomada da economia.
O peemedebista, por outro lado, não tem economizado quando se trata de esvaziar os cofres públicos para permanecer no cargo. A compra do apoio parlamentar para a permanência de temer no Planalto já custou R$ 15 bilhões aos brasileiros.
Enquanto isso, os investimentos minguam. De janeiro a maio deste ano, os investimentos representaram apenas 2,47% das despesas primárias do governo federal, contra 4,7% no mesmo período do ano passado e 8,7% em 2014, ano em que foi registrado o nível mais alto desde 2007, segundo dados do Tesouro Nacional
Em valores correntes, as despesas de capital entre janeiro e maio somaram R$ 12,2 bilhões, o menor nível desde 2010. Três fatores principais levaram à contração desse tipo de gasto (aquisição de máquinas, equipamentos, realização de obras e compra de participações acionárias, entre outros.
Enquanto a crise gerou recuo na arrecadação, a rigidez orçamentária impediu cortes significativos em outros tipos de despesas, como gastos previdenciários, deixando os investimentos ao alcance da tesoura governamental. São as despesas discricionárias, que podem ser cortadas com maior facilidade.
Além disso, a dinâmica dos gastos previdenciários, com o envelhecimento da população, e os reajustes salariais concedidos a servidores fizeram essas rubricas crescerem, 'ocupando' o espaço que havia para os investimentos.
"A Previdência ganha muito destaque, mas neste ano as despesas com pessoal estão crescendo mais do que os gastos do Regime Geral de Previdência Social (RGPS)", diz Gabriel Leal de Barros, diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão do Senado que monitora as contas públicas.
As informações são de reportagem de Estevão Taiar no Valor.
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