Temer recua na criação de 14 mil cargos

Governo interino desistiu de criar os 14 mil novos cargos federais aprovados pela Câmara na semana passada; também prometeu à equipe econômica se posicionar contra o aumento salarial de ministros do STF, mas manterá o apoio ao reajuste dos servidores do Judiciário, já acordado anteriormente; “Com isso, Michel Temer busca, de um lado, evitar o efeito cascata de aumentos nos Estados. De outro, reforça seu juramento pelo ajuste fiscal”, diz a colunista Natuza Nery

Governo interino desistiu de criar os 14 mil novos cargos federais aprovados pela Câmara na semana passada; também prometeu à equipe econômica se posicionar contra o aumento salarial de ministros do STF, mas manterá o apoio ao reajuste dos servidores do Judiciário, já acordado anteriormente; “Com isso, Michel Temer busca, de um lado, evitar o efeito cascata de aumentos nos Estados. De outro, reforça seu juramento pelo ajuste fiscal”, diz a colunista Natuza Nery
Governo interino desistiu de criar os 14 mil novos cargos federais aprovados pela Câmara na semana passada; também prometeu à equipe econômica se posicionar contra o aumento salarial de ministros do STF, mas manterá o apoio ao reajuste dos servidores do Judiciário, já acordado anteriormente; “Com isso, Michel Temer busca, de um lado, evitar o efeito cascata de aumentos nos Estados. De outro, reforça seu juramento pelo ajuste fiscal”, diz a colunista Natuza Nery (Foto: Roberta Namour)


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247 - O governo interino desistiu de criar os 14 mil novos cargos federais aprovados pela Câmara na semana passada. Além disso, o Planalto também prometeu à equipe econômica se posicionar contra o aumento salarial de ministros do STF, mas manterá o apoio ao reajuste dos servidores do Judiciário, já acordado anteriormente. É o que afirma a colunista Natuza Nery.

“Com isso, Michel Temer busca, de um lado, evitar o efeito cascata de aumentos nos Estados. De outro, reforça seu juramento pelo ajuste fiscal”, diz.

Segundo ela, Renan Calheiros também deu uma forcinha ao recuo do governo em relação aos 14 mil novos cargos. Avisou que a medida não vingaria no Senado: “Não dá para defender isso com milhões de brasileiros desempregados”, disse ele a aliados (leia aqui).

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