Temer quer privatizar presídios, creches e hospitais
Confirmado no poder, o atual vice interino pretende tomar uma série de medidas privatizantes, próprias do ideário neoliberal rejeitado nas urnas de 2014; além dos já anunciados teto para gastos públicos e reforma da Previdência, ele vai oferecer ao capital privado um programa de concessões voltado para áreas essenciais como hospitais, creches, presídios e saneamento
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 - Confirmado no poder, o atual vice interino Michel Temer pretende tomar uma série de medidas privatizantes, próprias do ideário neoliberal rejeitado nas urnas de 2014. Além dos já anunciados teto para gastos públicos e reforma da Previdência, ele vai oferecer ao capital privado um programa de concessões em parceria com os estados, voltado para áreas essenciais como hospitais, creches, presídios e saneamento.
O modelo já é adotado por estados como Goiás e municípios como Belo Horizonte para instituições de ensino, conforme notícia o DCM.
Sem dinheiro para investir e com os orçamentos comprometidos com despesas de pessoal e custeio, os estados receberão uma garantia da União, por meio de seus ativos, para fechar os contratos. O governo estuda usar os Fundos de Participação dos Estados e Municípios como uma segunda garantia para as PPPs darem certo.
O governo vai anunciar as novidades aos poucos. Para evitar a acusações de que está neglicenciando a área social, que esteve no centro das gestões petistas, Temer instituirá um prêmio para prefeitos com melhor desempenho em projetos no setor.
Em 14 de setembro, Temer lançará um programa voltado às quatro milhões de crianças de 0 a 4 anos do Bolsa Família. Elas passarão a ter acompanhamento multidisciplinar semanal nos primeiros mil dias de vida, e quinzenal a partir desta idade.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247