Temer insiste que você contribua por 44 anos se quiser aposentar no teto
Mesmo sem votos suficientes para aprovar a reforma da Previdência, Michel Temer manteve, na nova proposta enviada à Câmara, a contribuição de 44 anos de contribuição previdenciária para o trabalhador receber o valor máximo do benefício; regra prevê que o benefício para quem completar idade mínima e 15 anos de contribuição seja equivalente a 50% da média salarial do trabalhador; mudança não afeta quem tem direito a um salário mínimo, que tem o valor integral garantido; texto já aprovado pela comissão especial na Câmara exige 40 anos de contribuição para ter acesso ao valor máximo do benefício
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247 - Mesmo sem votos suficientes para aprovar a reforma da Previdência, Michel Temer manteve, na nova proposta enviada à Câmara, a contribuição de 44 anos de contribuição previdenciária para o trabalhador receber o valor máximo do benefício.
A regra prevê que o benefício para quem completar idade mínima e 15 anos de contribuição seja equivalente a 50% da média salarial do trabalhador. A mudança não afeta quem tem direito a um salário mínimo, que tem o valor integral garantido.
O texto já aprovado pela comissão especial na Câmara exige 40 anos de contribuição para ter acesso ao valor máximo do benefício.
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou nesta terça-feira (14) que não é possível fazer mais flexibilizações na reforma previdenciária e que ela "já chegou no osso".
Segundo ele, não haverá redução na idade mínima para mulheres, de 62 para 60 anos, apesar da pressão da base. "O governo cumpriu seu papel quando aceitou fazer flexibilizações, agora é hora do Congresso votar."
A mudança na idade mínima tem sido reivindicada por deputadas e senadoras governistas. No governo, há assessores que consideram a redução como uma carta na manga caso a proposta enfrente resistências no plenário.
As informações são da Folha de S. Paulo.
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