Temer faz discurso de austeridade, mas libera gastança de R$ 38,5 bi

O governo interino de Michel Temer elevou em R$ 38,5 bilhões a previsão de despesas para o ano; a medida foi possível porque o Planalto obteve do Congresso autorização para fechar 2016 com um deficit de até R$ 170,5 bilhões; o presidente interino não pretende, ao menos por enquanto, promover cortes de despesas na tentativa de reequilibrar o Orçamento federal

O governo interino de Michel Temer elevou em R$ 38,5 bilhões a previsão de despesas para o ano; a medida foi possível porque o Planalto obteve do Congresso autorização para fechar 2016 com um deficit de até R$ 170,5 bilhões; o presidente interino não pretende, ao menos por enquanto, promover cortes de despesas na tentativa de reequilibrar o Orçamento federal
O governo interino de Michel Temer elevou em R$ 38,5 bilhões a previsão de despesas para o ano; a medida foi possível porque o Planalto obteve do Congresso autorização para fechar 2016 com um deficit de até R$ 170,5 bilhões; o presidente interino não pretende, ao menos por enquanto, promover cortes de despesas na tentativa de reequilibrar o Orçamento federal (Foto: Valter Lima)


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247 - O governo interino de Michel Temer elevou em R$ 38,5 bilhões a previsão de despesas para o ano.

A medida foi possível porque o Planalto obteve do Congresso autorização para fechar 2016 com um deficit de até R$ 170,5 bilhões, mesmo sem contar gastos com juros. Até então, a meta oficial era um superavit de R$ 24 bilhões.

O presidente interino não pretende, ao menos por enquanto, promover cortes de despesas na tentativa de reequilibrar o Orçamento federal. 

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O dinheiro liberado terá a seguinte distribuição: R$ 21,2 bilhões para despesas que haviam sido bloqueadas em março por Dilma; R$ 5 bilhões para o PAC; R$ 3 bilhões para a saúde; R$ 3 bilhões para organismos internacionais; R$ 2,7 bilhões para tarifas bancárias; R$ 1,4 bilhões para emendas de deputados e senadores no Orçamento; R$ 0,6 bilhão para o Itamaraty e R$ 1,6 bilhão para outras despesas.

Com a margem aberta pela revisão da meta, o governo ainda pode aumentar seus gastos em mais R$ 18,1 bilhões. Esse montante está sendo guardado para absorver custos como o da renegociação da dívida dos Estados com a União.

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