Temer defende nome "de mercado" na Fazenda

Vice-presidente Michel Temer defende a escolha de um quadro que dialogue com o mercado financeiro para o Ministério da Fazenda e afirma que a presidente Dilma jamais fez qualquer restrição ao nome de Henrique Meirelles; "E é preciso lembrar também que, em matéria política, não há gostar ou não gostar. Há exatamente fazer aquilo que é melhor para o País. Então, volto a lembrar que jamais ouvi uma palavra negativa em relação ao Meirelles", disse ele

Temer defende nome "de mercado" na Fazenda
Temer defende nome "de mercado" na Fazenda (Foto: Gilberto Costa /Agencia Brasil)


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247 - Em entrevista ao jornalista João Domingos, do jornal Estado de S. Paulo (leia aqui), o vice-presidente Michel Temer defendeu a escolha de um nome de mercado para o Ministério da Fazenda. "Se for uma pessoa do mercado, que seja admitida pelo mercado, seria útil para o governo. Agora, não sei quem será, né?", disse ele.

Temer, no entanto, negou que a presidente tenha restrições pessoais ao nome de Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central nos oito anos de governo Lula. "Nunca ouvi até agora nenhuma palavra da presidenta que fosse prejudicial ou negativa em relação a Meirelles. E convivemos já por quatro anos. Se ocorresse isso, eu teria ouvido alguma coisa numa ou noutra ocasião. E é preciso lembrar também que, em matéria política, não há gostar ou não gostar. Há exatamente fazer aquilo que é melhor para o País. Então, volto a lembrar que jamais ouvi uma palavra negativa em relação ao Meirelles."

O vice-presidente também falou sobre a possível ida de Marta Suplicy ao PMDB. "Interessante, não houve conversa nenhuma, nem comigo nem com ninguém do PMDB. Ela não procurou ninguém. Mas estão dizendo que ela viria ao PMDB porque o Márcio (Toledo, companheiro de Marta) é meu amigo, e é verdade, ele é meu velho amigo. E o Márcio lá atrás se filiou ao PMDB, mas não houve conversa nenhuma", afirmou. "É um quadro nacional extraordinário, não tenho a menor dúvida. Agora, é uma questão política, né? Se houver conversa, nós vamos examinar, não há nada concreto nesse momento."

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