Temer cria maior dívida fiscal entre 40 países, aponta FMI

País será o emergente de maior dívida em 2019, superando Ucrânia e Egito, e ter endividamento perto de 100% do PIB em 2022, prevê o Fundo Monetário Internacional (FMI), num estudo em que considera 40 países emergentes; neste ano, o indicador deverá subir de 78,3% para 91,1%, já fazendo com que pulemos para o posto de terceiro emergente mais endividado, diz ainda o relatório "Monitor Fiscal"; histórico mostra que a dívida caiu com o governo Lula, se manteve estável com Dilma Rousseff e disparou com o golpe

País será o emergente de maior dívida em 2019, superando Ucrânia e Egito, e ter endividamento perto de 100% do PIB em 2022, prevê o Fundo Monetário Internacional (FMI), num estudo em que considera 40 países emergentes; neste ano, o indicador deverá subir de 78,3% para 91,1%, já fazendo com que pulemos para o posto de terceiro emergente mais endividado, diz ainda o relatório "Monitor Fiscal"; histórico mostra que a dívida caiu com o governo Lula, se manteve estável com Dilma Rousseff e disparou com o golpe
País será o emergente de maior dívida em 2019, superando Ucrânia e Egito, e ter endividamento perto de 100% do PIB em 2022, prevê o Fundo Monetário Internacional (FMI), num estudo em que considera 40 países emergentes; neste ano, o indicador deverá subir de 78,3% para 91,1%, já fazendo com que pulemos para o posto de terceiro emergente mais endividado, diz ainda o relatório "Monitor Fiscal"; histórico mostra que a dívida caiu com o governo Lula, se manteve estável com Dilma Rousseff e disparou com o golpe (Foto: Gisele Federicce)


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247 - O Brasil será o emergente de maior dívida em 2019, superando Ucrânia e Egito, e ter endividamento perto de 100% do PIB em 2022, prevê o Fundo Monetário Internacional (FMI).

O relatório elaborado pela organização, chamado de "Monitor Fiscal", considera 40 países emergentes, aponta reportagem do Globo publicada nesta quinta-feira 12.

Neste ano, o indicador deverá subir de 78,3% para 91,1%, já fazendo com que pulemos para o posto de terceiro emergente mais endividado, diz ainda o documento.

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O ministro da Fazenda do governo Temer, Henrique Meirelles, minimizou, no entanto, as previsões do FMI. Segundo ele, "o importante, no caso do Brasil, é análise da dívida líquida".

O histórico mostra que a dívida brasileira caiu com o governo Lula, se manteve estável com Dilma Rousseff e disparou com o golpe.

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