Temer amplia uso da máquina do Estado para quebrar seus inimigos
Carimbado de corrupto pela Polícia Federal e denunciado por corrupção passiva, Michel Temer está utilizando todos os recursos do Estado contra os irmãos Batista, da JBS, que expuseram ao País o modus operandi do peemedebista; depois de o BNDES pedir assembleia de acionistas para discutir o afastamento de Joesley e Wesley Batista da JBS, a Caixa Econômica Federal deve se unir ao banco de fomento para atuar a favor da saída da família Batista da gestão da companhia; governo apega-se a uma cláusula que permite que BNDES e minoritários possam destituir os controladores atuais para garantir a saúde e a integridade das empresas e, principalmente, a garantia do valor investido pelo banco público; BNDESPar é dono de 21,3% do capital votante da JBS, enquanto a Caixa tem fatia de 4,5%
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247 - Michel Temer, carimbado de corrupto pela Polícia Federal e denunciado por corrupção passiva, está utilizando todos os recursos do Estado contra os irmãos Batista, da JBS, que expuseram ao País o modus operandi do peemedebista.
Depois de o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pedir a convocação de assembleia de acionistas para pedir o afastamento de Joesley e Wesley Batista da JBS, a Caixa Econômica Federal deve se unir ao banco de fomento para atuar a favor da saída da família Batista da gestão da companhia.
O BNDESPar, braço do BNDES de participações, é dono de 21,3% do capital votante da JBS. Já a Caixa tem fatia de 4,5%. Segundo o jornal O Globo, BNDESPar e Caixa devem justificar o afastamento dos executivos sob o argumento de que é preciso "preservar o valor do negócio".
A estratégia comandada por Temer é unir sócios minoritários para que eles tentem tomar o controle em assembleia. Segundo a fonte do Globo, o governo apega-se a uma cláusula que permite que BNDES e minoritários possam destituir os controladores atuais para garantir a saúde e a integridade das empresas e, principalmente, a garantia do valor investido pelo banco público.
"Um grupo de minoritários com 26% das ações da JBS, como é o caso da Caixa e da BNDESPar, tem peso para decidir pela mudança de comando na empresa", diz a fonte do jornal.
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