Temer afaga empresários: “Se os senhores crescerem, o Brasil vai crescer”
Presidente interino Michel Temer (PMDB) tentou transmitir um clima de otimismo para a economia, durante reunião com 150 empresários, liderados pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf; "O emprego só virá, como ficou evidenciado, se houver a atuação da iniciativa privada", disse Temer; "Vocês querem que o Brasil cresça. Se os senhores crescerem, o Brasil vai crescer", disse o presidente interino; ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu que a Câmara e o Senado têm papel essencial para retomada do crescimento; "Quando esse conjunto de medidas for aprovado pelo Congresso Nacional, vamos retomar o crescimento do Brasil de forma e ritmo que podem surpreender", afirmou
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247 - O presidente interino Michel Temer (PMDB) participou nesta quarta-feira (8) em Brasília de uma reunião com 150 empresários, liderados pelo presidente da Federação da Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. R
Rodeado de ministros da equipe econômica, como Henrique Meirelles (Fazenda) e Marcos Pereira (Indústria, Comércio e Serviços), o peemedebista adotou tom otimista para o futuro da economia.
"O emprego só virá, como ficou evidenciado, se houver a atuação da iniciativa privada", disse Temer. "O que as pessoas querem é resultado. Se positivo, as pessoas aplaudem. Se negativo, vaiam. Estamos buscando resultados para o País. Se os senhores se dispuseram a vir até aqui para ouvir os ministros de governo e o Presidente da República, é porque os senhores estão interessados no Brasil. Vocês querem que o Brasil cresça. Se os senhores crescerem, o Brasil vai crescer", disse o presidente interino.
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu que a Câmara e o Senado têm papel essencial para o sucesso do planejamento da equipe econômica. "Não tenho dúvida de que, quando esse conjunto de medidas for aprovado pelo Congresso Nacional, vamos retomar o crescimento do Brasil de forma e ritmo que podem surpreender. Sou cauteloso nas previsões, porque gosto de seguir a máxima: 'Prometer menos, entregar mais'. [Mas] é possível que tenhamos uma retomada mais forte', afirmou.
Segundo Meirelles, os empresários estrangeiros "já começam a botar a cara fora da caverna e já veem a luz". "Já começa a haver lançamento da emissão de títulos. [...] Tenho recebido pedidos de visita de presidentes de empresa globais, que dizem: 'Estamos avaliando a hipótese de tirar da gaveta investimentos no Brasil'", afirmou.
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