TCU cobra apuração de dívida do Santander

Ministro Walton Alencar classificou como "descalabro administrativo" do CMN (Conselho Monetário Nacional) e do Banco Central, a prescrição das punições aplicadas ao Banco Bozano, Simonsen desde 2001, adquirido pelo Santander: "Considero missão indeclinável do TCU proceder à apuração de tão deletéria inação administrativa, em razão da qual, graças à lentidão, à falta de gestão e às inúmeras brechas da burocracia, a União deixou de arrecadar diretamente dívida que já somava R$ 580 milhões"

Ministro Walton Alencar classificou como "descalabro administrativo" do CMN (Conselho Monetário Nacional) e do Banco Central, a prescrição das punições aplicadas ao Banco Bozano, Simonsen desde 2001, adquirido pelo Santander: "Considero missão indeclinável do TCU proceder à apuração de tão deletéria inação administrativa, em razão da qual, graças à lentidão, à falta de gestão e às inúmeras brechas da burocracia, a União deixou de arrecadar diretamente dívida que já somava R$ 580 milhões"
Ministro Walton Alencar classificou como "descalabro administrativo" do CMN (Conselho Monetário Nacional) e do Banco Central, a prescrição das punições aplicadas ao Banco Bozano, Simonsen desde 2001, adquirido pelo Santander: "Considero missão indeclinável do TCU proceder à apuração de tão deletéria inação administrativa, em razão da qual, graças à lentidão, à falta de gestão e às inúmeras brechas da burocracia, a União deixou de arrecadar diretamente dívida que já somava R$ 580 milhões" (Foto: Roberta Namour)


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247 - O TCU (Tribunal de Contas da União) pediu a abertura de investigação para apurar quem são os responsáveis pela dívida de R$ 580 milhões do Santander com o Banco Central.

Valor corresponde a punições aplicadas ao Banco Bozano, Simonsen desde 2001, adquirido pelo Santander, que prescreveram em janeiro de 2014.

Ministro Walton Alencar classificou como "descalabro administrativo" do CMN (Conselho Monetário Nacional) e do Banco Central, responsáveis pela cobrança da dívida.

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"Considero missão indeclinável do TCU proceder à apuração de tão deletéria inação administrativa, em razão da qual, graças à lentidão, à falta de gestão e às inúmeras brechas da burocracia, a União deixou de arrecadar diretamente dívida que já somava R$ 580 milhões".

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