Steinbruch: segundo mandato de Dilma será melhor

Presidente da Fiesp e dono da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch afirma que Dilma Rousseff vai querer entrar para a história como uma boa presidente para o Brasil; “Se antes tinha dependências partidárias, agora tem condição de fazer o governo em que acredita”; segundo ele, um bom nome para o ministério da Fazenda trará "conforto ao investidor", mas diz que o aumento de juros foi desnecessário

Presidente da Fiesp e dono da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch afirma que Dilma Rousseff vai querer entrar para a história como uma boa presidente para o Brasil; “Se antes tinha dependências partidárias, agora tem condição de fazer o governo em que acredita”; segundo ele, um bom nome para o ministério da Fazenda trará "conforto ao investidor", mas diz que o aumento de juros foi desnecessário
Presidente da Fiesp e dono da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch afirma que Dilma Rousseff vai querer entrar para a história como uma boa presidente para o Brasil; “Se antes tinha dependências partidárias, agora tem condição de fazer o governo em que acredita”; segundo ele, um bom nome para o ministério da Fazenda trará "conforto ao investidor", mas diz que o aumento de juros foi desnecessário (Foto: Roberta Namour)


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247 – O presidente da Fiesp e dono da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch, prevê que o segundo mandato de Dilma Rousseff será melhor. “Se antes tinha dependências partidárias, agora tem condição de fazer o governo em que acredita. Com certeza vai querer ser lembrada como uma boa presidente. Aí, tem de fazer as coisas para entrar para a história”, disse.

Em entrevista à “Folha de S. Paulo”, ele diz ainda que um bom nome para o ministério da Fazenda, além de outras medidas, trará "conforto ao investidor".

“A indústria não tem confiança para produzir e o consumidor não tem confiança para consumir. Juros altos e o real valorizado que inunda de importados aqui, não ajudam. O aumento de juros foi desnecessário. Foi uma autoafirmação do Banco Central para demonstrar uma certa independência, disposição de controlar inflação”, afirma (leia aqui).

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