Steinbruch pede urgência no combate à recessão
Diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional e presidente em exercício da Fiesp, Benjamin Steinbruch diz que o país não pode ficar parado, perplexo, à espera do resultado das urnas; segundo ele, a primeira providência seria a redução imediata dos juros, que permanecem em 11% ao ano e representam forte desestímulo aos investimentos produtivos
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247 – O diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional e presidente em exercício da Fiesp, Benjamin Steinbruch diz que o país não pode ficar parado, perplexo, à espera do resultado das eleições de outubro.
Ele se diz muito preocupado com o cenário nessa reta final da campanha: “a produção, principalmente na indústria, está caindo e o país caminha como um cordeiro para a recessão”.
Segundo Steinbruch, a primeira providência seria a redução imediata dos juros, que permanecem em 11% ao ano e representam forte desestímulo aos investimentos produtivos.
Também sugere a desvalorização do real, beneficiando a exportação e dificultando importações; além de ledidas para estimular o crédito também não precisam esperar as eleições – “na semana passada, algumas já anunciadas pelo Banco Central e Ministério da Fazenda foram muito bem-vindas” (leia mais).
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