Steinbruch pede queda dos juros e chama para 'a retomada'

“Quem disse que é preciso esperar o fim do ajuste fiscal ou a conclusão da Operação Lava Jato para começar a pensar em retomada da economia? Essa inércia embute conformismo –é inaceitável”, disse o diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch; segundo ele, é possível reduzir juros, estimular consumo, ajustar a taxa de câmbio sem provocar inflação para dar oxigênio às exportações, antecipar concessões e tomar medidas inteligentes para evitar o aumento do desemprego

“Quem disse que é preciso esperar o fim do ajuste fiscal ou a conclusão da Operação Lava Jato para começar a pensar em retomada da economia? Essa inércia embute conformismo –é inaceitável”, disse o diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch; segundo ele, é possível reduzir juros, estimular consumo, ajustar a taxa de câmbio sem provocar inflação para dar oxigênio às exportações, antecipar concessões e tomar medidas inteligentes para evitar o aumento do desemprego
“Quem disse que é preciso esperar o fim do ajuste fiscal ou a conclusão da Operação Lava Jato para começar a pensar em retomada da economia? Essa inércia embute conformismo –é inaceitável”, disse o diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch; segundo ele, é possível reduzir juros, estimular consumo, ajustar a taxa de câmbio sem provocar inflação para dar oxigênio às exportações, antecipar concessões e tomar medidas inteligentes para evitar o aumento do desemprego (Foto: Roberta Namour)


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247 – O diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch, elogiou a medida do governo para abrandar o ritmo das demissões de trabalhadores. Ele, agora, pede a redução nos juros para a retomada do crescimento.

“Quem disse que é preciso esperar o fim do ajuste fiscal ou a conclusão da Operação Lava Jato para começar a pensar em retomada da economia? Essa inércia embute conformismo –é inaceitável”, disse.

Segundo ele, é possível reduzir juros, estimular consumo, ajustar a taxa de câmbio sem provocar inflação para dar oxigênio às exportações, antecipar concessões e tomar medidas inteligentes para evitar o aumento do desemprego. “Só não é admissível ficar de braços cruzados e achar que a inércia e o conformismo poderão levar o país a retomar o crescimento econômico”, afirmou (leia mais).

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