Steinbruch insiste na redução da carga tributária contra crise

Diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch, diz que “o atual ajuste econômico brasileiro deveria se distanciar do conservadorismo radical, fórmula usada na Europa, que provocou recessão em vários países”: ‘Com redução da carga fiscal e com o câmbio desvalorizado, a indústria poderia voltar a respirar e começar a sair de seu longo período de hibernação. Com juros menores e oferta de crédito, o consumo interno também poderia iniciar uma recuperação’

Diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch, diz que “o atual ajuste econômico brasileiro deveria se distanciar do conservadorismo radical, fórmula usada na Europa, que provocou recessão em vários países”: ‘Com redução da carga fiscal e com o câmbio desvalorizado, a indústria poderia voltar a respirar e começar a sair de seu longo período de hibernação. Com juros menores e oferta de crédito, o consumo interno também poderia iniciar uma recuperação’
Diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch, diz que “o atual ajuste econômico brasileiro deveria se distanciar do conservadorismo radical, fórmula usada na Europa, que provocou recessão em vários países”: ‘Com redução da carga fiscal e com o câmbio desvalorizado, a indústria poderia voltar a respirar e começar a sair de seu longo período de hibernação. Com juros menores e oferta de crédito, o consumo interno também poderia iniciar uma recuperação’ (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para o diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch, “o atual ajuste econômico brasileiro deveria se distanciar do conservadorismo radical, fórmula usada na Europa, que provocou recessão em vários países”.

“Sabemos hoje que o mundo não se livrou da Grande Depressão com medidas dessa natureza, e sim com investimento público, crédito e estímulo aos negócios”, disse.

‘Com redução da carga fiscal e com o câmbio desvalorizado, a indústria poderia voltar a respirar e começar a sair de seu longo período de hibernação. Com juros menores e oferta de crédito, o consumo interno também poderia iniciar uma recuperação’, acrescentou (leia mais).

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