Steinbruch: “deixamos de fazer o óbvio” em 2015

Presidente da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) conclui que "deu tudo errado para a economia brasileira em 2015"; segundo ele, "é preciso reconhecer que o Brasil andou para trás neste ano que termina e que as perspectivas para 2016 não são animadoras"

Presidente da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) conclui que "deu tudo errado para a economia brasileira em 2015"; segundo ele, "é preciso reconhecer que o Brasil andou para trás neste ano que termina e que as perspectivas para 2016 não são animadoras"
Presidente da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) conclui que "deu tudo errado para a economia brasileira em 2015"; segundo ele, "é preciso reconhecer que o Brasil andou para trás neste ano que termina e que as perspectivas para 2016 não são animadoras" (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O empresário Benjamin Steinbruch, principal acionista da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), afirma em artigo publicado na Folha de S. Paulo nesta terça-feira 29 que "deixamos de fazer o óbvio" em 2015.

"É preciso reconhecer que o Brasil andou para trás neste ano que termina e que as perspectivas para 2016 não são animadoras", alerta, acrescentando que "deu tudo errado para a economia brasileira em 2015".

"Passamos o ano inteiro discutindo ajuste fiscal, que é importante, mas não pode ser o objetivo de uma política econômica. O objetivo deve ser o crescimento da produção, do emprego e da renda. E isso ficou em segundo plano", diz Steinbruch.

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"Não é necessário fazer milagres, só o óbvio: dar fôlego à indústria, aliviar os juros, estimular o crédito e o consumo, acelerar concessões, cortar gastos públicos correntes, modernizar a Previdência e as leis trabalhistas, eliminar burocracias, manter o câmbio competitivo", recomenda o empresário.

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