Steinbruch: candidatos devem explicitar ajustes recessivos

Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional e primeiro vice-presidente da Fiesp, afirma que "O país não suportará ajustes recessivos, e quem pretende adotá-los precisará ter a coragem de assumir isso"; segundo ele, cabe ao presidente eleito propor a autonomia do BC, mas desde que dele possam ser exigidas responsabilidades com relação à inflação e ao crescimento da economia

Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional e primeiro vice-presidente da Fiesp, afirma que "O país não suportará ajustes recessivos, e quem pretende adotá-los precisará ter a coragem de assumir isso"; segundo ele, cabe ao presidente eleito propor a autonomia do BC, mas desde que dele possam ser exigidas responsabilidades com relação à inflação e ao crescimento da economia
Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional e primeiro vice-presidente da Fiesp, afirma que "O país não suportará ajustes recessivos, e quem pretende adotá-los precisará ter a coragem de assumir isso"; segundo ele, cabe ao presidente eleito propor a autonomia do BC, mas desde que dele possam ser exigidas responsabilidades com relação à inflação e ao crescimento da economia (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional e primeiro vice-presidente da Fiesp, não merece seu voto o presidenciável que não explicite sua meta de crescimento econômico e criação de empregos durante seus quatro anos de governo: “O país não suportará ajustes recessivos, e quem pretende adotá-los precisará ter a coragem de assumir isso”.

Segundo ele, cabe ao presidente eleito propor a autonomia do BC, mas desde que dele possam ser exigidas responsabilidades com relação à inflação e ao crescimento da economia. “Vai daí que o próximo presidente da República precisa considerar que o investimento no país, necessário para sustentar o crescimento, só será estimulado e atingirá níveis razoáveis se houver uma nova política de juros”, diz.

Ele fala ainda da necessidade de reestruturação do BNDES, esforço hercúleo para realizar superavit fiscais, estimular o setor industrial e de uma atenção especial para destravar o país (leia mais).

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