Sob pressão, governo prepara novo recuo em acordo com caminhoneiros

Diante da gritaria generalizada do setor agropecuário, o governo Michel Temer deve fazer um novo recuo do acordo firmado com os caminhoneiros para acabar com a paralisação da categoria. Sem conseguir que os R$ 0,46 da redução do preço do litro do óleo diesel chegue às bombas, o governo agora admite rever a tabela com os preços mínimos do frete, que deveria valer até janeiro de 2019; segundo os produtores, a tabela do frete acordada com os caminhoneiros elevou os custos do setor em mais de 100%

Diante da gritaria generalizada do setor agropecuário, o governo Michel Temer deve fazer um novo recuo do acordo firmado com os caminhoneiros para acabar com a paralisação da categoria. Sem conseguir que os R$ 0,46 da redução do preço do litro do óleo diesel chegue às bombas, o governo agora admite rever a tabela com os preços mínimos do frete, que deveria valer até janeiro de 2019; segundo os produtores, a tabela do frete acordada com os caminhoneiros elevou os custos do setor em mais de 100%
Diante da gritaria generalizada do setor agropecuário, o governo Michel Temer deve fazer um novo recuo do acordo firmado com os caminhoneiros para acabar com a paralisação da categoria. Sem conseguir que os R$ 0,46 da redução do preço do litro do óleo diesel chegue às bombas, o governo agora admite rever a tabela com os preços mínimos do frete, que deveria valer até janeiro de 2019; segundo os produtores, a tabela do frete acordada com os caminhoneiros elevou os custos do setor em mais de 100% (Foto: Paulo Emílio)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 - Diante da gritaria generalizada do setor agropecuário, o governo Michel Temer deve fazer um novo recuo do acordo firmado com os caminhoneiros para acabar com a paralisação da categoria. Sem conseguir que os R$ 0,46 da redução do preço do litro do óleo diesel chegue às bombas, o governo cedeu à pressão do setor do agronegócio e já admite rever a tabela com os preços mínimos do frete. Segundo os produtores, a revisão da tabela do frete pelo governo, como acordada com os caminhoneiros, elevou os custos do setor em mais de 100%.

A tabela de frete reajustada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) entrou em vigor no último dia 30 de maio, uma vez que até então as negociações eram feitas conforme cada caso.

"Em breve, a ANTT publicará ajustes na tabela, com dados mais detalhados, que irão esclarecer as possíveis dúvidas. Para discutir esse assunto amplamente com a sociedade, a Agência vai abrir processo de Consulta Pública", disse a ANTT por meio de nota. A previsão da agência era que os valores da tabela da ANTT fossem válidos até o dia 20 de janeiro do próximo ano.

continua após o anúncio

 

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247