Skaf promete levar pato de volta às ruas contra aumento de impostos de Meirelles
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, criticou o anúncio de aumento de alíquotas do PIS/Cofins, anunciado pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles; "Não há como concordar com isso. Além da burocracia infernal, dos impostos e alíquotas escorchantes, os Governos ainda aplicam as leis e regras criadas por eles mesmos de maneira errônea e distorcida, sempre para arrecadar mais", disse Skaf em nota à imprensa; "Lutaremos com todas forças para impedir o aumento das alíquotas do PIS e da COFINS. O PATO vai para a rua", avisou
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SP 247 - O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, criticou o anúncio de aumento de alíquotas do PIS/Cofins, anunciado pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.
"Não há como concordar com isso. Além da burocracia infernal, dos impostos e alíquotas escorchantes, os Governos ainda aplicam as leis e regras criadas por eles mesmos de maneira errônea e distorcida, sempre para arrecadar mais", disse Skaf em nota à imprensa.
Segundo Skaf, se o governo distorce a interpretação da lei para arrecadar mais, não têm direito a este acréscimo de arrecadação, que deve retornar ao contribuinte."Lutaremos com todas forças para impedir o aumento das alíquotas do PIS e da COFINS. O PATO vai para a rua", avisou.
Leia, abaixo, a nota do presidente da Fiesp na íntegra:
Aumento do PIS/Cofins
A imprensa vem noticiando que o governo pretende aumentar, por medida provisória, as alíquotas do PIS/Cofins para compensar perdas de arrecadação decorrentes da decisão do STF que excluiu o ICMS da base de cálculo desses tributos.
Não há como concordar com isso. Além da burocracia infernal, dos impostos e alíquotas escorchantes, os Governos ainda aplicam as leis e regras criadas por eles mesmos de maneira errônea e distorcida, sempre para arrecadar mais.
Quando a Receita Federal acredita que o contribuinte falhou, sua ação é sempre implacável: multa de muitos porcento, correção pela Selic, penhora on line, etc. Esse rigor é geral, atingindo empresas, pessoas físicas, profissionais liberais e todos que pagam impostos nesse país.
Num raríssimo caso em que a Justiça impede a inconstitucionalidade, a reação do governo deveria ser o ressarcimento imediato ao contribuinte dos valores cobrados a mais nos últimos anos, com a devida correção monetária e um convincente pedido de desculpas.
Ao invés disso, o que faz o Ministério da Fazenda? Estuda uma forma de aumentar as tais alíquotas para continuar esfolando o contribuinte.
A Fiesp acredita que, se os sucessivos governos distorceram a interpretação da lei para arrecadar mais, não têm direito a este acréscimo de arrecadação, que deve retornar ao contribuinte.
Lutaremos com todas forças para impedir o aumento das alíquotas do PIS e da COFINS.
O PATO vai para a rua.
Paulo Skaf
Presidente da Fiesp e do Ciesp
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