Skaf: indústria não aceitará fim da desoneração

"A indústria ajustou seus custos e preços com base na Lei [atual sobre a desoneração da folha de pagamento] que entrou em vigor em novembro de 2014 e alterar essa Lei é deteriorar ainda mais a competitividade da economia brasileira e a geração de empregos", diz o presidente da Fiesp; no Senado, ele defendeu hoje que "é preciso assegurar igualdade entre trabalhadores terceirizados e contratados diretamente"

"A indústria ajustou seus custos e preços com base na Lei [atual sobre a desoneração da folha de pagamento] que entrou em vigor em novembro de 2014 e alterar essa Lei é deteriorar ainda mais a competitividade da economia brasileira e a geração de empregos", diz o presidente da Fiesp; no Senado, ele defendeu hoje que "é preciso assegurar igualdade entre trabalhadores terceirizados e contratados diretamente"
"A indústria ajustou seus custos e preços com base na Lei [atual sobre a desoneração da folha de pagamento] que entrou em vigor em novembro de 2014 e alterar essa Lei é deteriorar ainda mais a competitividade da economia brasileira e a geração de empregos", diz o presidente da Fiesp; no Senado, ele defendeu hoje que "é preciso assegurar igualdade entre trabalhadores terceirizados e contratados diretamente" (Foto: Gisele Federicce)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 – O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Paulo Skaf, afirma que a indústria não irá aceitar mudanças nas regras da Lei atual sobre a desoneração da folha de pagamento, que entrou em vigor em novembro de 2014.

Segundo Skaf, também não há intenção da indústria em concordar com mudança temporária nas regras da legislação atual.

"A indústria ajustou seus custos e preços com base na Lei que entrou em vigor em novembro de 2014 e alterar essa Lei é deteriorar ainda mais a competitividade da economia brasileira e a geração de empregos", diz Skaf.

continua após o anúncio

Hoje no Senado, onde participou de sessão temática sobre o projeto que regulamenta a terceirização, o presidente da Fiesp defendeu que "é preciso assegurar igualdade entre trabalhadores terceirizados e contratados diretamente". Leia abaixo reportagem da Agência Senado:

Skaf: é preciso assegurar igualdade entre terceirizados e contratados diretamente

continua após o anúncio

Ao participar de sessão temática no Senado, nesta terça-feira (19), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, afirmou que falta aos 12 milhões de terceirizados igualdade em algumas questões fundamentais já asseguradas aos contratados diretamente, como o acesso a serviços existentes nas empresas – refeitório, ambulatório, transporte e segurança do trabalho.

Para Skaf, o PLC 30/2015 assegura ao trabalhador terceirizado "o que ele não tem hoje". Além disso, conforme o presidente da Fiesp, a proposta prevê a responsabilidade solidária do tomador do serviço quanto a obrigações previdenciárias e trabalhistas.

continua após o anúncio

— O terceirizado, por essa regulamentação, tem muito mais garantia em receber seus salários, em receber seus direitos, do que o trabalhador direto, porque este, se a empresa quebrar, ele não tem a quem recorrer, apenas à Justiça.

Skaf disse que o país não faz no momento um plebiscito para saber se "é bom ou não terceirizar". Segundo ele, a terceirização já faz parte da realidade do Brasil e o que se debate hoje é a regulamentação de "alguma coisa que está sem regulamento". Skaf advertiu que colocar o debate da regulamentação da terceirização como uma disputa de classes sociais é um erro, "porque não há disputa alguma".

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247