Setubal defende CPMF: sem ela, 'conta não fecha'

Presidente do Itaú, Roberto Setubal disse que o País tem que brigar para não perder o investment grade de outras agências e buscar o superávit primário: ‘Como o próprio termo significa, somos uma “sociedade chamada Brasil”. Temos que enfrentar os nossos problemas repartindo o ônus por todos os segmentos, mesclando redução de benefícios e aumento de impostos. No momento, isso se faz necessário – a alternativa é muito pior. Infelizmente, acredito que a conta não fecha sem a CPMF, que deve ser temporária e declinante ao longo de quatro anos’, disse 

Presidente do Itaú, Roberto Setubal disse que o País tem que brigar para não perder o investment grade de outras agências e buscar o superávit primário: ‘Como o próprio termo significa, somos uma “sociedade chamada Brasil”. Temos que enfrentar os nossos problemas repartindo o ônus por todos os segmentos, mesclando redução de benefícios e aumento de impostos. No momento, isso se faz necessário – a alternativa é muito pior. Infelizmente, acredito que a conta não fecha sem a CPMF, que deve ser temporária e declinante ao longo de quatro anos’, disse 
Presidente do Itaú, Roberto Setubal disse que o País tem que brigar para não perder o investment grade de outras agências e buscar o superávit primário: ‘Como o próprio termo significa, somos uma “sociedade chamada Brasil”. Temos que enfrentar os nossos problemas repartindo o ônus por todos os segmentos, mesclando redução de benefícios e aumento de impostos. No momento, isso se faz necessário – a alternativa é muito pior. Infelizmente, acredito que a conta não fecha sem a CPMF, que deve ser temporária e declinante ao longo de quatro anos’, disse  (Foto: Roberta Namour)


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247 – O presidente do Itaú, Roberto Setubal, saiu em defesa das propostas apresentadas pelos ministros Joaquim Levy e Nelson Barbosa para equilibrar as contas. Segundo ele, o País tem que brigar para não perder o investment grade de outras agências.

“O superávit primário é essencial. A alternativa de déficit fiscal seria pior para todos os brasileiros, pois teríamos inflação e baixo crescimento e mais à frente seria necessário um ajuste ainda maior”, disse, em entrevista à colunista Sônia Racy.

Segundo ele, o compromisso do governo de fazer despesas crescerem abaixo do PIB é importante, para que o ajuste tenha sucesso ao longo do tempo.

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“Como o próprio termo significa, somos uma “sociedade chamada Brasil”. Temos que enfrentar os nossos problemas repartindo o ônus por todos os segmentos, mesclando redução de benefícios e aumento de impostos. No momento, isso se faz necessário – a alternativa é muito pior”, completou. “ Infelizmente, acredito que a conta não fecha sem a CPMF, que deve ser temporária e declinante ao longo de quatro anos”, concluiu (leia aqui).

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