Setor de serviços recua em julho e acumula queda de 4,6% em 12 meses

Volume de serviços no país caiu 0,8% na passagem de junho para julho deste ano; segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve uma queda de 3,2% no setor, na comparação com julho do ano passado; retração acumulada chega a 4% no ano e a 4,6% em 12 meses; apesar do discurso oficial do governo Michel temer, retomada da economia permanece distante da realidade

Volume de serviços no país caiu 0,8% na passagem de junho para julho deste ano; segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve uma queda de 3,2% no setor, na comparação com julho do ano passado; retração acumulada chega a 4% no ano e a 4,6% em 12 meses; apesar do discurso oficial do governo Michel temer, retomada da economia permanece distante da realidade
Volume de serviços no país caiu 0,8% na passagem de junho para julho deste ano; segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve uma queda de 3,2% no setor, na comparação com julho do ano passado; retração acumulada chega a 4% no ano e a 4,6% em 12 meses; apesar do discurso oficial do governo Michel temer, retomada da economia permanece distante da realidade (Foto: Paulo Emílio)


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Vitor Abdala, repórter da Agência Brasil - O volume de serviços no país caiu 0,8% na passagem de junho para julho deste ano. Segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve uma queda de 3,2% no setor, na comparação com julho do ano passado. Houve também recuos de 4% no acumulado do ano e de 4,6% no acumulado de 12 meses.

Em relação à receita nominal, houve queda de 0,1% na comparação com junho deste ano. No entanto, foram registradas altas de 1,9% na comparação com julho do ano passado, 1,7% no acumulado do ano e 0,7% no acumulado de 12 meses.

Na passagem de junho para julho, cinco dos seis segmentos dos serviços apresentaram queda no volume: outros serviços (-2,8%), atividades turísticas (-2,1%), serviços profissionais, administrativos e complementares (-2%), serviços de transportes, auxiliares de transportes e correios (-0,9%) e serviços de informação e comunicação (-0,8%).

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O único setor que registrou alta foi o de serviços prestados às famílias, que cresceu 0,9%, puxado pelos serviços com alojamento e alimentação, com alta de 1,4%.

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