Setor de engenharia industrial corta 45,7% das vagas de trabalho

Crise econômica afetou o setor de engenharia industrial, que fechou 45,7% de seus postos de trabalho neste ano; atualmente, são 183 mil trabalhadores empregados na área –154 mil a menos do que no fim de 2014; associação do segmento, que reúne companhias de projetos de engenharia, de manutenção industrial e de fornecedores, projeta que o primeiro semestre de 2016 seja ainda pior do que o segundo de 2015

Crise econômica afetou o setor de engenharia industrial, que fechou 45,7% de seus postos de trabalho neste ano; atualmente, são 183 mil trabalhadores empregados na área –154 mil a menos do que no fim de 2014; associação do segmento, que reúne companhias de projetos de engenharia, de manutenção industrial e de fornecedores, projeta que o primeiro semestre de 2016 seja ainda pior do que o segundo de 2015
Crise econômica afetou o setor de engenharia industrial, que fechou 45,7% de seus postos de trabalho neste ano; atualmente, são 183 mil trabalhadores empregados na área –154 mil a menos do que no fim de 2014; associação do segmento, que reúne companhias de projetos de engenharia, de manutenção industrial e de fornecedores, projeta que o primeiro semestre de 2016 seja ainda pior do que o segundo de 2015 (Foto: José Barbacena)


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247 - A crise econômica afetou o setor de engenharia industrial, que fechou 45,7% de seus postos de trabalho neste ano. Atualmente, são 183 mil trabalhadores empregados na área –154 mil a menos do que no fim de 2014, segundo dados da Abemi (associação do segmento).

Este foi o terceiro ano seguido de demissões. As quedas foram menores nos anos anteriores: —24,4% em 2014 e -0,2% em 2013.

"A falta de uma política industrial foi a principal responsável [pela redução do número de vagas]", afirma o vice-presidente da entidade, Márcio Cancellara, em entrevista à Folha de S.Paulo.

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Outros fatores como a crise política e econômica e a operação Lava Jato também prejudicaram as companhias, que precisaram demitir. "O que acontece agora é uma falta de perspectiva das empresas, que estão inseguras para investir", diz. "A Lava Jato não é a culpada pela situação, mas é um ingrediente a mais. Ela acelerou a situação, que já se desenhava crítica", acrescenta.

Cancellara afirma ainda que os primeiros sinais do desaquecimento surgiram no fim de 2013, quando a Petrobras –maior contratante do setor– começou a diminuir seus projetos.

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A associação, que reúne companhias de projetos de engenharia, de manutenção industrial e de fornecedores, projeta que o primeiro semestre de 2016 seja ainda pior do que o segundo de 2015.

"Não há sinais de melhora. O desemprego na área deverá aumentar."

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