Sete Brasil tenta superar impasse e obter crédito
Empresa vive um impasse em relação a contratos firmados para a utilização, pela Petrobras, de navios-sonda adquiridos pela empresa; situação se complicou na semana passada, quando a Petrobras não assinou um contrato, chamado asset management agreement (AMA), para o uso das sondas; a difi de entendimento pode comprometer a liberação do empréstimo do BNDES, vital para a operação da companhia; um comitê de crise foi criado para negociar com a petroleira e o banco estatal uma saída para evitar novos atrasos nos pagamentos
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247 - Os acionistas da Sete Brasil vivem um impasse em relação a contratos firmados para a utilização, pela Petrobras, de navios-sonda adquiridos pela empresa.
Reportagem do Valor Econômico, publicada nesta terça-feira, 23, mostra que as dificuldades de entendimento podem comprometer a liberação do empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vital para a operação da companhia.
O primeiro dos três empréstimos do BNDES para a Sete, previsto para ser liberado em 2013, até o momento não saiu. Por isso, a companhia levantou créditos mais caros, de curto prazo, em bancos, o que elevou o custo da operação e aumentou o seu endividamento.
Em novembro, a Sete recebeu empréstimo de R$ 980 milhões da Caixa. Quitou dívidas e alguns custos operacionais, mas não as despesas de dezembro e, por isso, atrasou pagamentos a estaleiros. A situação se complicou na semana passada, quando a Petrobras não assinou um contrato, chamado asset management agreement (AMA), para o uso das sondas.
Sem o acordo como garantia, a Sete não tem como liberar o empréstimo com o BNDES porque a Petrobras é a única cliente da companhia. A Sete criou na quarta-feira um comitê de crise para negociar com a petroleira e o banco estatal uma saída para evitar novos atrasos nos pagamentos.
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