Sete Brasil dá calote e banco credor aciona fundo

Standard Chartered Bank entrou com pedido de execução de garantias do empréstimo concedido à principal fornecedora da Petrobras; como não obteve financiamento negociado com o BNDES, companhia criada para construir 29 sondas para a estatal tomou R$ 12 bilhões com bancos, mas não conseguiu pagá-los; empresa, controlada pelo BTG, de André Esteves, foi citada na Lava Jato 

Standard Chartered Bank entrou com pedido de execução de garantias do empréstimo concedido à principal fornecedora da Petrobras; como não obteve financiamento negociado com o BNDES, companhia criada para construir 29 sondas para a estatal tomou R$ 12 bilhões com bancos, mas não conseguiu pagá-los; empresa, controlada pelo BTG, de André Esteves, foi citada na Lava Jato 
Standard Chartered Bank entrou com pedido de execução de garantias do empréstimo concedido à principal fornecedora da Petrobras; como não obteve financiamento negociado com o BNDES, companhia criada para construir 29 sondas para a estatal tomou R$ 12 bilhões com bancos, mas não conseguiu pagá-los; empresa, controlada pelo BTG, de André Esteves, foi citada na Lava Jato  (Foto: Roberta Namour)


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247 – O Standard Chartered Bank entrou com pedido de execução de garantias do empréstimo concedido à Sete Brasil por falta de pagamento.
Principal fornecedora da Petrobras, a empresa foi criada para construir sondas para a exploração do pré-sal.

Citada na Lava Jato, a empresa controlada pelo BTG, de André Esteves, acumula dívidas de R$ 900 milhões com estaleiros. Como não obteve financiamento negociado com o BNDES, tomou R$ 12 bilhões com bancos, mas não conseguiu pagá-los.

Segundo reportagem da ‘Folha de S. Paulo’, o banco em questão acionou o FGCN (Fundo Garantidor da Construção Naval), fundo administrado pela Caixa Econômica para assegurar o pagamento.

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Na semana passada, o BNDES criou novo impasse para o empréstimo pedido pela Sete Brasil.

O banco estatal não quer mais financiar diretamente a empresa controlada pelo BTG Pactual e pretende repassar o risco da operação para as instituições financeiras que já são seus credores.

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Em vez de emprestar US$ 9 bilhões, o banco quer transferir esses recursos aos aos cinco bancos que já deram US$ 3,6 bilhões (R$ 12 bilhões) à companhia: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander, Bradesco e Itaú (leia mais).

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