Senado dos EUA aprova reforma do FMI como parte de lei orçamentária

Senado dos Estados Unidos ratificou as reformas para aumentar a representação de países emergentes no Fundo Monetário Internacional, como parte de um projeto de lei orçamentária, abrindo caminho para países como Brasil, China e Índia terem maior espaço no órgão mundia; legislação vai para sanção do presidente Barack Obama; sob as novas regras, a diretoria do FMI será totalmente eleita

Senado dos Estados Unidos ratificou as reformas para aumentar a representação de países emergentes no Fundo Monetário Internacional, como parte de um projeto de lei orçamentária, abrindo caminho para países como Brasil, China e Índia terem maior espaço no órgão mundia; legislação vai para sanção do presidente Barack Obama; sob as novas regras, a diretoria do FMI será totalmente eleita
Senado dos Estados Unidos ratificou as reformas para aumentar a representação de países emergentes no Fundo Monetário Internacional, como parte de um projeto de lei orçamentária, abrindo caminho para países como Brasil, China e Índia terem maior espaço no órgão mundia; legislação vai para sanção do presidente Barack Obama; sob as novas regras, a diretoria do FMI será totalmente eleita (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O Senado dos Estados Unidos ratificou na sexta-feira as reformas para aumentar a representação de países emergentes no Fundo Monetário Internacional, como parte de um projeto de lei orçamentária, abrindo caminho para países como Brasil, China e Índia terem maior espaço no órgão mundial.

Um amplo acordo orçamentário para manter o governo dos Estados Unidos operacional até setembro de 2016 incluiu uma medida para colocar Brasil, China, Índia e Rússia entre os 10 principais membros do FMI e dar aos mercados emergentes maior influência na entidade.

A legislação segue agora para sanção do presidente Barack Obama.

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Planos definidos em 2010 para dar aos emergentes maior poder de voto no fundo e dobrar os recursos do FMI vinham se arrastando no Congresso dos EUA há anos. Sob o novo regime, o voto da China no FMI passará de 3,8 por cento para 6 por cento, por exemplo.

Com a reforma, todos os 188 membros do FMI vão ampliar sua cota de recursos no fundo para cerca de 477 bilhões de direitos especiais de saques, a moeda do FMI (659,67 bilhões de dólares) ante cerca de 238,5 bilhões.

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Sob as novas regras, a diretoria do FMI será totalmente eleita.

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