Sem gerar empregos em 1 ano de governo, Guedes defende capitalização da Previdência
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a capitalização da Previdência é a "versão mais potente" para gerar emprego, especialmente aos mais jovens. Enquanto ele defende esta medida, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) afirmou que política econômica conduzida pelo atual governo é incapaz de reduzir o desemprego no Brasil
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a capitalização da Previdência, privatizando todo o sistema de aposentadoria, é a "versão mais potente" para gerar emprego, especialmente aos mais jovens. Enquanto ele defende esta medida, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) afirmou que política econômica conduzida pelo atual governo é incapaz de reduzir o desemprego no Brasil. O País fechou o quarto trimestre de 2014 com desemprego de 6,5% e ficou com taxa de 11,2% no trimestre enecerrado em novembro do ano passado, conforme o IBGE.
"A versão mais potente, que criaria milhões de empregos em 2 ou 3 anos, seria a capitalização da Previdência, com a desoneração completa para os jovens", disse em entrevista a Fernando de Barros, do site Poder 360, gravada no dia 14 de janeiro e que foi ao ar no domingo (19), pelo SBT.
Ao responder à pergunta, Guedes comentou sobre a carteira verde e amarela que, segundo ele, deveria ser um novo regime trabalhista e previdenciário.
"Onde os jovens teriam escolha. Você quer entrar no regime antigo, esse onde você tem os encargos trabalhistas, a aposentadoria, os sindicatos, tem todas essas medidas, que na minha visão são obsoletas, antiquadas, que explica esse desemprego em massa. Os encargos trabalhistas são armas de destruição em massa do emprego", acrescentou.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247