Sem Exxon, BP e BG, dispara alerta no megaleilão

O alerta amarelo soou no megaleilão do maior e mais promissor campo do pré-sal; por telefone, gigantes do setor, dos EUA e Inglaterra, avisam que estão fora; diretora da Agência Nacional do Petróleo, Magda Chambriard contribui para sensação de incerteza; "Eu esperava 40 empresas", disse ela, lamentando a inscrição de apenas 11; no clima da espionagem que cerca o evento, qualquer palavra tem peso; resultado é importante para destino econômico do governo da presidente Dilma Rousseff; expectativa é de arrecadação de R$ 900 bilhões em contratos de longo prazo e renovações; dá para salvar?

O alerta amarelo soou no megaleilão do maior e mais promissor campo do pré-sal; por telefone, gigantes do setor, dos EUA e Inglaterra, avisam que estão fora; diretora da Agência Nacional do Petróleo, Magda Chambriard contribui para sensação de incerteza; "Eu esperava 40 empresas", disse ela, lamentando a inscrição de apenas 11; no clima da espionagem que cerca o evento, qualquer palavra tem peso; resultado é importante para destino econômico do governo da presidente Dilma Rousseff; expectativa é de arrecadação de R$ 900 bilhões em contratos de longo prazo e renovações; dá para salvar?
O alerta amarelo soou no megaleilão do maior e mais promissor campo do pré-sal; por telefone, gigantes do setor, dos EUA e Inglaterra, avisam que estão fora; diretora da Agência Nacional do Petróleo, Magda Chambriard contribui para sensação de incerteza; "Eu esperava 40 empresas", disse ela, lamentando a inscrição de apenas 11; no clima da espionagem que cerca o evento, qualquer palavra tem peso; resultado é importante para destino econômico do governo da presidente Dilma Rousseff; expectativa é de arrecadação de R$ 900 bilhões em contratos de longo prazo e renovações; dá para salvar? (Foto: Roberta Namour)


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247 - Radiante como um sol apareceu o sinal amarelo diante do governo na primeira rodada do leilão de Libra - o maior e mais promissor dos campos de petróleo do pré-sal. As gigantes Exxon, Britsh Petroleum (BP) e Britsh Gas (BG) avisaram por telefone, nesta quinta-feira 19, à diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, que estão fora. Para acentuar o clima de incerteza, a alta funcionária brasileira afirmou que esperava "40 empresas", mas a lista para o primeiro leilão do Campo de Libra, em 21 de outubro, conta com apenas 11 companhias. Os nomes ainda não são conhecidos.

Na semana passada, o governo amargou resultados inesperados em leilões de rodovias e precisou rever sua estratégia para atrair, ontem, uma boa disputa em torno da BR-050. Ainda pode acontecer o mesmo para o Campo de Libra, mas é certo que o cenário mudou.

Abaixo, notícia da Agência Brasil a respeito:

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Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil

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Rio de Janeiro – Três grandes empresas petrolíferas informaram que não vão participar do leilão do pré-sal do Campo de Libra, marcado para 21 de outubro: Exxon, British Petroleum (BP) e British Gas (BG). A disputa atraiu 11 empresas, que manifestaram interesse no processo, mas os nomes ainda não são conhecidos. O anúncio da desistência foi feito por telefone para a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, que participou hoje (19) do Seminário Técnico-Ambiental para a 12ª Rodada de Licitações, em um hotel na zona oeste do Rio.

“Eu esperava 40 empresas. Mas existe um contexto mundial, situações muito específicas das empresas, que levaram a essa situação. Eu recebi telefonema de três empresas, que foram a Exxon, a BP e a British Gas, dizendo que não iam participar do leilão do pré-sal. Cada uma com uma particularidade”, relatou a diretora-geral da ANP.

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A área a ser licitada tem cerca de 1,5 mil quilômetros quadrados. O volume de petróleo recuperável deverá oscilar entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris. Segundo o edital, os ganhadores da licitação deverão desenvolver as atividades de exploração de petróleo por quatro anos, prazo que poderá ser estendido, como prevê o contrato de partilha de produção. A Petrobras será a operadora única do pré-sal, pelo sistema de partilha, e a estatal terá direito a 30% do Campo de Libra, na Bacia de Santos.

Edição: Juliana Andrade

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