Seguro-desemprego pode ter taxação de 5,5%
A equipe do governo sofreu várias críticas por causa da medida, que prevê ainda isenção fiscal para empresas. Emprego sem segurança jurídica e financeira devido à falta de carteira assinada, e por causa de jornadas temporárias de trabalho (como já prevê a reforma trabalhista) "guiam" a proposta de gerar novos postos de trabalho por parte da atual gestão
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247 - O governo Jair Bolsonaro trabalha com a ideia de cobrar entre 5% e 5,5% a taxação sobre o seguro-desemprego, dinheiro que seria transferido para o INSS e, por consequência, contariam como tempo de contribuição para aposentadoria.
A equipe do governo sofreu várias críticas por causa da medida, que prevê ainda isenção fiscal para empresas com novas vagas. O objetivo é reduzir entre 30% e 34% o custo da contratação. Emprego sem segurança jurídica e financeira devido à falta de carteira assinada, e por causa de jornadas temporárias de trabalho (como já prevê a reforma trabalhista) "guiam" a proposta de gerar novos postos de trabalho por parte da atual gestão.
O governo alega que a contribuição previdenciária sobre o seguro-desemprego é uma forma de a pessoa, mesmo sem contrato fixo de trabalho, continuar contando tempo para se aposentar.
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