Sakamoto: recuo de Temer mostra que pobres pagarão pela crise

"Você, trabalhador de classe média ou baixa, caso sinta uma apalpada nas nádegas logo após uma chicotada no lombo, não estranhe. É sua cota de sacrifício pelo desenvolvimento do Brasil. Seguido de um lembrete de que este país tem dono. E, definitivamente, não é você", diz o jornalista Leonardo Sakamoto, ao comentar a desistência do governo de ampliar o IR dos mais ricos e taxar lucros e dividendos

"Você, trabalhador de classe média ou baixa, caso sinta uma apalpada nas nádegas logo após uma chicotada no lombo, não estranhe. É sua cota de sacrifício pelo desenvolvimento do Brasil. Seguido de um lembrete de que este país tem dono. E, definitivamente, não é você", diz o jornalista Leonardo Sakamoto, ao comentar a desistência do governo de ampliar o IR dos mais ricos e taxar lucros e dividendos
"Você, trabalhador de classe média ou baixa, caso sinta uma apalpada nas nádegas logo após uma chicotada no lombo, não estranhe. É sua cota de sacrifício pelo desenvolvimento do Brasil. Seguido de um lembrete de que este país tem dono. E, definitivamente, não é você", diz o jornalista Leonardo Sakamoto, ao comentar a desistência do governo de ampliar o IR dos mais ricos e taxar lucros e dividendos (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – A conta da crise continuará a ser paga pelos mais pobres, diz o jornalista Leonardo Sakamoto, em novo artigo.

"Bastou a área econômica assumir que estava estudando a hipótese de sei lá, talvez, quiçá, aumentar o Imposto de Renda sobre profissionais que ganham mais de R$ 20 mil por mês, criando uma nova alíquota de 35%, para que uma enxurrada de críticas do mercado financeiro e do Congresso Nacional surgissem contra essa abominação", afirma.

"A grita foi ainda maior, a bem da verdade, porque também já estava sendo estudado o retorno da taxação de dividendos recebidos de empresas por pessoas físicas, algo em torno de 12 a 15%. O Brasil é um dos únicos países desenvolvidos ou em desenvolvimento em que isso não acontece, fazendo com que as camadas mais altas que vivem de lucros paguem, proporcionalmente, menos impostos que os mais pobres", lembrou.

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"Você, trabalhador de classe média ou baixa, caso sinta uma apalpada nas nádegas logo após uma chicotada no lombo, não estranhe. É sua cota de sacrifício pelo desenvolvimento do Brasil. Seguido de um lembrete de que este país tem dono. E, definitivamente, não é você."

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