Sabotagem: investidores americanos vão processar empresas nacionais após Carne Fraca
Assim como aconteceu na Petrobras após a Lava Jato, frigoríficos brasileiros serão processados nos Estados Unidos após a Operação Carne Fraca, que já causou prejuízos gigantescos ao Brasil; ao menos três escritórios de Nova York — Rosen Law, Faruqi & Faruqi,e Pomerantz — ofereceram seus serviços
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 - Escritórios de advocacia americanos buscam investidores de BRF e JBS nos Estados Unidos que se sentiram prejudicados pelas empresas em consequência da Operação Carne Fraca para se juntarem a ações judiciais. Ao menos três escritórios de Nova York — Rosen Law, Faruqi & Faruqi,e Pomerantz — ofereceram seus serviços desde o dia 17, quando foi deflagrada a operação.
Uma ação foi protocolada em corte nos EUA contra a JBS, pela Leonforte Holdings, cliente do escritório Rosen Law, em nome de outros investidores. A ação questiona se a empresa e seus executivos violaram leis dos EUA e se as declarações feitas por ela em relatórios nos últimos dois anos maquiaram a sua situação "financeira, de negócios, de operações e gerencial", de acordo com informações divulgadas pelo jornal Folha de S. Paulo.
"Com base na ação da polícia no Brasil, achamos que esses casos precisam de investigação e que investidores individuais podem ter sido afetados por isso", disse o advogado Richard Gonnello, da Faruqi & Faruqi, que busca possíveis clientes para integrarem essa ação.
Poderá se juntar ao processo qualquer empresa ou indivíduo que tiver adquirido ADRs (recibos de ações negociados no mercado dos EUA) da JBS no período entre 2 de junho de 2015 e 17 de março de 2017.
A JBS afirmou que não comentaria o assunto por não ter sido informada formalmente da ação nos EUA. A BRF também não se manifestou.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247