S&P reduz nota de bancos do Brasil

Após rebaixar a nota de crédito do Brasil e de 31 empresas, a agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) comunicou a redução do rating de 13 instituições financeiras, entre as quais os principais bancos públicos do país; perderam o grau de investimetno a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); as notas dessas instituições foram reduzidas de BBB- para BB+, com perspectiva negativa

Após rebaixar a nota de crédito do Brasil e de 31 empresas, a agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) comunicou a redução do rating de 13 instituições financeiras, entre as quais os principais bancos públicos do país; perderam o grau de investimetno a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); as notas dessas instituições foram reduzidas de BBB- para BB+, com perspectiva negativa
Após rebaixar a nota de crédito do Brasil e de 31 empresas, a agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) comunicou a redução do rating de 13 instituições financeiras, entre as quais os principais bancos públicos do país; perderam o grau de investimetno a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); as notas dessas instituições foram reduzidas de BBB- para BB+, com perspectiva negativa (Foto: Valter Lima)


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Mariana Branco – Repórter da Agência Brasil

Após rebaixar a nota de crédito do Brasil e de 31 empresas, a agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) comunicou a redução do rating de 13 instituições financeiras, entre as quais os principais bancos públicos do país. Perderam o grau de investimetno a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

As notas dessas instituições foram reduzidas de BBB- para BB+, com perspectiva negativa. No comunicado divulgado ontem (9) sobre o rebaixamento da nota do Brasil, a S&P afirma que a proposta orçamentária para 2016, prevendo déficit em vez do superátiv primário de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e riquezas de um país), contribuiu para a decisão.

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De acordo com a agência, a proposta orçamentária com déficit “reflete desacordo sobre a composição e magnitude das medidas necessárias para reparação da derrapagem das finanças públicas”.

A nota também cita o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e a presidenta Dilma Rousseff, afirmando que a coesão entre Levy e o gabinete da Presidência da República diminuiu.

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São as seguintes as instituições financeiras rebaixadas pela Standard & Poor's:

Banco Safra S.A.

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Banco Bradesco S.A.

Banco Citibank S.A.

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Itaú Unibanco Holding S.A.

Itaú Unibanco S.A.

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Banco BTG Pactual

Banco Pan S.A

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Banco Santander (Brasil) S.A.

Banco do Nordeste do Brasil S.A.

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Banco do Brasil S.A.

Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S.A.

Caixa Econômica Federal S.A

Banco Nacional de Desenvolvimento Social S.A (BNDES)

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