Rússia autoriza mais frigoríficos brasileiros a exportarem

A Rússia aumentou para 93 o número de frigoríficos brasileiros aptos a exportar carnes bovina, suína e de aves, além de miúdos e produtos lácteos para aquele país; medida que beneficia produtores brasileiros ocorre depois que o governo russo embargou as importação de carnes bovina, suína e de aves, mais peixe, queijo, leite, legumes e frutos dos Estados Unidos, da União Europeia, Austrália, Noruega e do Canadá

A Rússia aumentou para 93 o número de frigoríficos brasileiros aptos a exportar carnes bovina, suína e de aves, além de miúdos e produtos lácteos para aquele país; medida que beneficia produtores brasileiros ocorre depois que o governo russo embargou as importação de carnes bovina, suína e de aves, mais peixe, queijo, leite, legumes e frutos dos Estados Unidos, da União Europeia, Austrália, Noruega e do Canadá
A Rússia aumentou para 93 o número de frigoríficos brasileiros aptos a exportar carnes bovina, suína e de aves, além de miúdos e produtos lácteos para aquele país; medida que beneficia produtores brasileiros ocorre depois que o governo russo embargou as importação de carnes bovina, suína e de aves, mais peixe, queijo, leite, legumes e frutos dos Estados Unidos, da União Europeia, Austrália, Noruega e do Canadá (Foto: Aquiles Lins)


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Mariana Branco, da Agência Brasil - O serviço sanitário da Rússia liberou hoje (14) quatro frigoríficos brasileiros para exportarem carne e miúdos de suínos para o país. Na semana passada, a Rússia já havia autorizado 89 empresas do Brasil a venderem carnes bovina, suína e de aves, além de miúdos e produtos lácteos. Com as novas liberações, sobe para 93 o número de frigoríficos aptos a exportar para aquele país.

A liberação da última semana foi anunciada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no mesmo dia em que o governo russo embargou as importação de carnes bovina, suína e de aves, mais peixe, queijo, leite, legumes e frutos dos Estados Unidos, da União Europeia, Austrália, Noruega e do Canadá. Os EUA e a União Europeia decretaram sanções econômicas à Rússia pelo envolvimento na guerra da Ucrânia e apoio aos rebeldes pró-russos no país.

Na ocasião, ao comentar o embargo russo, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Seneri Paludo, disse que tratava-se de "uma grande janela para o Brasil". No entanto, em nota oficial o ministério atribuiu as novas autorizações a negociações de longo prazo e a uma missão técnica enviada ao país europeu naquela semana.

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