Risco de Temer salvar aliados preocupa, diz banqueiro

Fundador e presidente do banco de investimento BR Partners, Ricardo Lacerda, demonstra que as decisões recentes do governo Temer, como a nomeação de Moreira Franco para um ministério recém-criado e a escolha de Edison Lobão para a CCJ, alertaram o mercado; ele diz que "há um temor de que o governo use seu capital político para livrar a cara de aliados em vez de aprovar reformas"; segundo ele, "muitos dos que foram às ruas lutar contra a corrupção estão perplexos com essas nomeações"

Fundador e presidente do banco de investimento BR Partners, Ricardo Lacerda, demonstra que as decisões recentes do governo Temer, como a nomeação de Moreira Franco para um ministério recém-criado e a escolha de Edison Lobão para a CCJ, alertaram o mercado; ele diz que "há um temor de que o governo use seu capital político para livrar a cara de aliados em vez de aprovar reformas"; segundo ele, "muitos dos que foram às ruas lutar contra a corrupção estão perplexos com essas nomeações"
Fundador e presidente do banco de investimento BR Partners, Ricardo Lacerda, demonstra que as decisões recentes do governo Temer, como a nomeação de Moreira Franco para um ministério recém-criado e a escolha de Edison Lobão para a CCJ, alertaram o mercado; ele diz que "há um temor de que o governo use seu capital político para livrar a cara de aliados em vez de aprovar reformas"; segundo ele, "muitos dos que foram às ruas lutar contra a corrupção estão perplexos com essas nomeações" (Foto: Gisele Federicce)


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247 - As recentes decisões tomadas pelo governo de Michel Temer, como a nomeação de Moreira Franco para um ministério recém-criado e a escolha do senador Edison Lobão, citado na Lava Jato, para o comando da CCJ, alertaram o mercado.

Em entrevista à Folha, o fundador e presidente do banco de investimento BR Partners, Ricardo Lacerda, diz que "há um temor de que o governo use seu capital político para livrar a cara de aliados em vez de aprovar reformas".

Segundo ele, há risco de novas manifestações. "Há também o risco de voltarmos a ver manifestações. Muitos dos que foram às ruas lutar contra a corrupção estão perplexos com essas nomeações", diz.

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