'Risco de racionamento de energia é zero'

Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, também defendeu a aprovação da PEC das Obras Estruturantes; a proposta, que faz parte da Agenda Brasil, estabelece o processo de fast-track para acelerar o licenciamento ambiental de obras estruturantes do PAC e dos programas de concessão; "Hoje para autorizar e licenciar um quilômetro de linhas de transmissão precisamos de 27 licenças”, criticou o ministro

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, abre o seminário: A Energia para o Brasil Crescer é Livre, que debate o desenvolvimento sustentável do Brasil e a expansão do setor elétrico (Elza Fiuza /Agência Brasil)
O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, abre o seminário: A Energia para o Brasil Crescer é Livre, que debate o desenvolvimento sustentável do Brasil e a expansão do setor elétrico (Elza Fiuza /Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)


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Karine Melo – Repórter da Agência Brasil

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse nesta quinta-feira (30) que “o risco de racionamento de energia elétrica no Brasil [hoje] é zero”, mesmo na Região Nordeste mais castigada pela seca.

Ao participar de uma audiência pública na Comissão Mista de Mudanças Climáticas, ele defendeu a aprovação da PEC das Obras Estruturantes. A proposta, que faz parte da Agenda Brasil, estabelece o processo de fast-track para acelerar o licenciamento ambiental de obras estruturantes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e dos programas de concessão. Por meio desse processo, os órgãos responsáveis terão prazo máximo de seis meses para emissão de licenças para obras estratégicas.

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“Hoje para autorizar e licenciar um quilômetro de linhas de transmissão precisamos de 27 licenças”, criticou o ministro acrescentando que pela proposta em discussão no Congresso, caso as licenças não sejam concedidas no prazo, a União fica autorizada a licenciar a obra.

Braga falou ainda sobre a importância de diversificar a matriz energética brasileira e afirmou que o Brasil é o quarto maior produtor de energia eólica do mundo e dever chegar, em 2050, ao primeiro ou segundo lugar.

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