Relator de projeto que cria vaucher para trabalhador informal diz que "não arreda o pé" de auxílio de R$ 500

“Não arredo pé dos R$ 500. Isto já está fechado com praticamente todos os líderes da Câmara. O que o governo quer pagar não dá nem para comprar uma cesta básica, dependendo do estado”, disse o deputado Marcelo Aro (PP-MG) sobre voucher para que os trabalhadores informais enfrentem crise resultante do novo coronavírus

(Foto: Tania Rego/Agência Brasil)


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247 - Deputado Marcelo Aro (PP-MG) relator da proposta que cria um voucher a ser pago pelo governo para os trabalhadores informais durante a crise sanitária resultante do novo coronavírus disse que “não arreda o pé” para que o valor estabelecido seja de R$ 500.

“Não arredo pé dos R$ 500. Isto já está fechado com praticamente todos os líderes da Câmara. O que o governo quer pagar não dá nem para comprar uma cesta básica, dependendo  do estado”, disse Aro ao jornal O Globo. 

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Incialmente, a equipe econômica do governo Jair Bolsonaro, chefiada pelo ministro Paulo Guedes, havia proposto um pagamento de R$ 200, valor que foi elevado para R$ 300 depois de ser duramente criticado. “O valor de R$ 500 é plausível diante da calamidade que estamos vivendo. É uma questão de humanidade”, ressaltou Aro. 

A proposta conta com o apoio dos líderes do chamado centrão e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM). O projeto deverá ser votado pela Câmara ainda nesta quinta-feira (26). 

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Ainda conforme Aro, caso o projeto seja aprovado o impacto nos cofres públicos será de R$ 37,5 bilhões.  Inciativa prevê, ainda, que  no caso de mulheres chefes de família, o auxílio a ser pago será de R$ 750. 

O benefício, se aprovado, alcançará os trabalhadores sem carteira assinada - que não possuem acesso ao seguro desemprego -, profissionais autônomos, microempreendedores individuais (MEI), além de contribuintes individuais para a Previdência Social. 

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