Reformas fiscais de Guedes devem ficar na gaveta após pressão do Congresso

O 'Plano Mais Brasil' passou por um amplo esvaziamento nas discussões sobre a nova rodada do auxílio emergencial no Congresso. As economias feitas pelo governo serão de apenas 20% do planejado

Paulo Guedes
Paulo Guedes (Foto: ABr)


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247 - O pacotaço fiscal do ministro da Economia, Paulo Guedes, deve ficar de fora da legislação brasileira após seu chamado 'Plano Mais Brasil' ter sido extensivamente esvaziado pelos congressistas durante as discurssões sobre o atrelamento das medidas ao auxílio emergencial. 

Guedes perdeu a batalha nas três PECs que tentou emplacar: a Emergencial (com gatilhos para conter gastos), a do Pacto Federativo (para aumentar repasses) e a dos Fundos (eliminaria mais de 200 fundos públicos).

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Nas discussões sobre o auxílio emergencial, Guedes usou como contrapartida os três textos, incluindo um novo protocolo de crise.

Com as alterações, apenas 20% do total das economias que o governo pretendia gerar com a aprovação total das medidas ocorrerá. 

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Mais de 20 medidas saíram do texto original da pasta, como a desvinculação de receitas ligadas a fundos e órgãos, a redução salarial de 25% e o corte de salários de servidores em até 25%

A reportagem original é da Folha de S.Paulo.

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