Reforma de Temer privilegia o capital, em detrimento do trabalho

Reportagem do Valor Econômico aponta que o texto final do projeto de lei da reforma trabalhista enviado ao Congresso não é o mesmo entregue pelo governo às centrais sindicais dois dias antes; "Horas antes da cerimônia de assinatura, empresários fizeram uma última investida para alterar pontos mais polêmicos do projeto", diz a matéria, citando como exemplo a redução drástica do valor das multas aplicadas a empregadores rurais, microempresas ou empresas de pequeno porte que mantiverem trabalhadores sem registro em carteira

Brasília - O presidente Michel Temer participa da cerimônia de assinatura da medida provisória do Programa de Manutenção e Geração de Empregos, no Palácio do Planalto
Brasília - O presidente Michel Temer participa da cerimônia de assinatura da medida provisória do Programa de Manutenção e Geração de Empregos, no Palácio do Planalto (Foto: Gisele Federicce)


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247 – A minirreforma trabalhista de Michel Temer, que teve alguns pontos anunciados nesta quinta-feira 22, privilegia o capital, em detrimento do trabalho.

Reportagem do Valor Econômico nesta sexta aponta que o texto final do projeto de lei da reforma enviado ao Congresso não é o mesmo entregue às centrais sindicais dois dias antes.

Isso porque, segundo a matéria, "horas antes da cerimônia de assinatura, empresários fizeram uma última investida para alterar pontos mais polêmicos do projeto", como a redução drástica do valor das multas aplicadas a empregadores rurais, microempresas ou empresas de pequeno porte que mantiverem trabalhadores sem registro em carteira.

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"Uma das medidas mais elogiadas pelas centrais, a eleição de representantes nos locais de trabalho, também foi alterada (...). Saíram da proposta encaminhada ao Congresso também limitações à contratação de funcionários em regime parcial", informa ainda o Valor.

Confira aqui a crítica da CUT à reforma.

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