Recessão Temer-Meirelles também derruba confiança do consumidor

Expectativas mostraram forte piora em novembro e a confiança do consumidor do Brasil recuou no mês após seis altas consecutivas, segundo estudo elaborado pela Fundação Getulio Vargas; Índice de Confiança do Consumidor (ICC) registrou queda de 3,3 pontos, para 79,1 pontos em novembro, depois de ter atingido no mês anterior o nível mais alto desde dezembro de 2014

Expectativas mostraram forte piora em novembro e a confiança do consumidor do Brasil recuou no mês após seis altas consecutivas, segundo estudo elaborado pela Fundação Getulio Vargas; Índice de Confiança do Consumidor (ICC) registrou queda de 3,3 pontos, para 79,1 pontos em novembro, depois de ter atingido no mês anterior o nível mais alto desde dezembro de 2014
Expectativas mostraram forte piora em novembro e a confiança do consumidor do Brasil recuou no mês após seis altas consecutivas, segundo estudo elaborado pela Fundação Getulio Vargas; Índice de Confiança do Consumidor (ICC) registrou queda de 3,3 pontos, para 79,1 pontos em novembro, depois de ter atingido no mês anterior o nível mais alto desde dezembro de 2014 (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - As expectativas mostraram forte piora em novembro e a confiança do consumidor do Brasil recuou no mês após seis altas consecutivas, mostrou a Fundação Getulio Vargas em dados divulgados nesta quinta-feira.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) registrou queda de 3,3 pontos, para 79,1 pontos em novembro, depois de ter atingido no mês anterior o nível mais alto desde dezembro de 2014.

O principal motivo para o resultado foi o recuo de 4,9 pontos do Índice de Expectativas (IE), para 87,7 pontos, interrompendo seis altas consecutivas.

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O Índice da Situação Atual (ISA) também recuou, 1,1 ponto, para 67,9 pontos, o menor nível desde julho passado (65,7 pontos).

"Na falta de notícias positivas no front econômico e dada a contínua deterioração do mercado de trabalho, uma parcela dos consumidores brasileiros reduziu o otimismo em relação à perspectiva de melhora no horizonte de seis meses", destacou em nota a coordenadora da sondagem do consumidor na FGV, Viviane Seda Bittencourt.

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(Por Thaís Freitas)

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