Recessão amplia necessidade de recursos da Caixa, diz Moody's

Intensificação da recessão brasileira amplia os riscos de a Caixa Econômica Federal não conseguir fazer provisões o bastante para cobrir perdas crescentes com calotes, afirmou a agência de classificação de risco Moody's; Caixa é mais sensível à crise econômica do país do que outros grandes bancos porque atua com empréstimos a segmentos cuja capacidade de pagamento é altamente correlacionado com o aumento do desemprego e a inflação alta, justificou a Moody's em um relatório

Intensificação da recessão brasileira amplia os riscos de a Caixa Econômica Federal não conseguir fazer provisões o bastante para cobrir perdas crescentes com calotes, afirmou a agência de classificação de risco Moody's; Caixa é mais sensível à crise econômica do país do que outros grandes bancos porque atua com empréstimos a segmentos cuja capacidade de pagamento é altamente correlacionado com o aumento do desemprego e a inflação alta, justificou a Moody's em um relatório
Intensificação da recessão brasileira amplia os riscos de a Caixa Econômica Federal não conseguir fazer provisões o bastante para cobrir perdas crescentes com calotes, afirmou a agência de classificação de risco Moody's; Caixa é mais sensível à crise econômica do país do que outros grandes bancos porque atua com empréstimos a segmentos cuja capacidade de pagamento é altamente correlacionado com o aumento do desemprego e a inflação alta, justificou a Moody's em um relatório (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - A intensificação da recessão brasileira amplia os riscos de a Caixa Econômica Federal não conseguir fazer provisões o bastante para cobrir perdas crescentes com calotes, ampliando a pressão sobre os índices de capitalização do banco estatal, afirmou nesta quarta-feira a agência de classificação de risco Moody's.

A Caixa é mais sensível à crise econômica do país do que outros grandes bancos porque atua com empréstimos a segmentos cuja capacidade de pagamento é altamente correlacionado com o aumento do desemprego e a inflação alta, afirmou a Moody's em relatório.

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