Receita real do setor de serviços encolheu 6,6% em maio

Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada pelo IBGE aponta que a receita nominal do setor registrou variação de +1,1% entre maio de 2015 e o mesmo mês do ano passado – o menor crescimento da PMS para o mês desde 2012; receita real do setor teve variação negativa de -6,6%, deflacionada pela média de preços do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Banco Central; "A perda do poder de compra, proveniente da persistência inflacionária e do enfraquecimento do mercado de trabalho, vem impedindo o crescimento real do setor", explica o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC);  Bruno Fernandes

Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada pelo IBGE aponta que a receita nominal do setor registrou variação de +1,1% entre maio de 2015 e o mesmo mês do ano passado – o menor crescimento da PMS para o mês desde 2012; receita real do setor teve variação negativa de -6,6%, deflacionada pela média de preços do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Banco Central; "A perda do poder de compra, proveniente da persistência inflacionária e do enfraquecimento do mercado de trabalho, vem impedindo o crescimento real do setor", explica o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC);  Bruno Fernandes
Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada pelo IBGE aponta que a receita nominal do setor registrou variação de +1,1% entre maio de 2015 e o mesmo mês do ano passado – o menor crescimento da PMS para o mês desde 2012; receita real do setor teve variação negativa de -6,6%, deflacionada pela média de preços do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Banco Central; "A perda do poder de compra, proveniente da persistência inflacionária e do enfraquecimento do mercado de trabalho, vem impedindo o crescimento real do setor", explica o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC);  Bruno Fernandes (Foto: Paulo Emílio)


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247 - De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (16/07) pelo IBGE, a receita nominal do setor registrou variação de +1,1% entre maio de 2015 e o mesmo mês do ano passado – o menor crescimento da PMS para o mês desde 2012. Já a receita real do setor teve variação negativa de -6,6%, deflacionada pela média de preços do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Banco Central. A variação negativa levou a receita das atividades pesquisadas pela PMS a completar 15 meses de queda.

Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) o fraco resultado do mês de maio demonstra o processo de desaceleração da receita nominal diante da deterioração das condições econômicas ao longo de 2015. "A perda do poder de compra, proveniente da persistência inflacionária e do enfraquecimento do mercado de trabalho, vem impedindo o crescimento real do setor", explica o economista da CNC Bruno Fernandes.

As maiores variações nominais, ou seja, resultados não deflacionados, ocorreram nos serviços profissionais, administrativos e complementares (+5,5%) e nos serviços de transportes e correios (+0,8%). Os serviços prestados às famílias (-1,4%), pela primeira vez em toda a série histórica, apresentaram recuo.

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Das 27 regiões pesquisadas pela PMS, 11 apresentaram retração na variação nominal de receita. Essa foi a terceira maior difusão de dados regionais negativos desde o início do período de comparação. No acumulado do ano, a Sudeste é a região onde a receita nominal mais cresce (+2,9%). Dentre as unidades da Federação os maiores destaques foram: Rondônia (+12,9%), Bahia (+6,5%) e Pará (+6,4%).

 

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*Com informações da Assessoria de Imprensa

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