Programa de Aécio promete reduzir meta de inflação a 3% ao ano

Parte econômica do plano tucano, divulgada na Internet nesta sexta-feira, a apenas dois dias do primeiro turno da eleição, diz ainda que a margem de tolerância da meta de inflação, atualmente em 2 pontos percentuais para mais ou para menos, será reduzida para 1,5 ponto percentual num governo do PSDB

Parte econômica do plano tucano, divulgada na Internet nesta sexta-feira, a apenas dois dias do primeiro turno da eleição, diz ainda que a margem de tolerância da meta de inflação, atualmente em 2 pontos percentuais para mais ou para menos, será reduzida para 1,5 ponto percentual num governo do PSDB
Parte econômica do plano tucano, divulgada na Internet nesta sexta-feira, a apenas dois dias do primeiro turno da eleição, diz ainda que a margem de tolerância da meta de inflação, atualmente em 2 pontos percentuais para mais ou para menos, será reduzida para 1,5 ponto percentual num governo do PSDB (Foto: Gisele Federicce)


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SÃO PAULO (Reuters) - O programa de governo do candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) promete reduzir a meta de inflação a 3 por cento ao ano, uma vez alcançada a atual de 4,5 por cento em um prazo de dois a três anos.

A parte econômica do plano tucano, divulgada na Internet nesta sexta-feira, a apenas dois dias do primeiro turno da eleição, diz ainda que a margem de tolerância da meta de inflação, atualmente em 2 pontos percentuais para mais ou para menos, será reduzida para 1,5 ponto percentual num governo do PSDB.

Os tucanos dizem que será assegurada ao Banco Central autonomia operacional, diferentemente da proposta da candidata rival Marina Silva (PSB), que buscará a independência institucional da autoridade monetária.

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O programa de Aécio indica ainda que o BC sob o governo do tucano teria um mandato além do atual de cuidar da inflação, mirando também o crescimento. "O Banco Central deverá também suavizar as flutuações do ciclo econômico e zelar pela estabilidade financeira", diz o texto.

Em relação à política fiscal, o PSDB diz que geraria em dois anos um superávit primário "suficiente para, gradualmente, reduzir as dívidas líquida e bruta em comparação ao PIB".

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Sem citar valores ou percentuais em relação ao PIB para o superávit primário a ser perseguido, o documento afirma que a economia feita pelo governo para o pagamento de juros poderá ser ajustada "para refletir o movimento cíclico da economia".

Os tucanos se comprometem, ainda, a "incluir no cálculo dos gastos públicos do governo, de todas as despesas, subsídios e desonerações, sem uso de quaisquer artifícios".

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