Produção industrial registra terceira queda mensal seguida

Foi registrado pelo IBGE uma queda de 0,9% na passagem de abril para maio; os principais impactos negativos vieram dos setores de veículos automotores e de alimentos

Produção industrial registra terceira queda mensal seguida
Produção industrial registra terceira queda mensal seguida (Foto: Rodrigo Paiva/Folhapress)


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Agência Brasil - A produção da indústria brasileira diminuiu 0,9% na passagem de abril para maio. É o terceiro resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação. Em relação a maio de 2011, a queda foi ainda mais intensa, 4,3%, representando o nono resultado negativo seguido. A redução entre os meses de maio dos dois anos é a maior desde setembro de 2009, quando a produção industrial caiu 7,6%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira 3 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, de janeiro a maio o setor acumula queda de 3,4%.

A produção industrial caiu em 14 dos 17 ramos investigados pelo IBGE em maio na comparação com o mês anterior. Os principais impactos negativos foram observados nos setores de veículos automotores, que registrou queda de 4,5% após acumular expansão de 22,7% nos três meses anteriores; e de alimentos (-3,4%).

Também apresentaram diminuição na passagem de um mês para o outro as indústrias de material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-10,9%); metalurgia básica (-2,4%); celulose, papel e produtos de papel (-3,0%); outros produtos químicos (-1,0%) e calçados e artigos de couro (-5,3%).

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Por outro lado, entre as atividades que registraram expansão destacam-se produtos de metal (13,2%), indústrias extrativas (1,5%), borracha e plástico (2,6%), máquinas e equipamentos (1,2%) e refino de petróleo e produção de álcool (0,9%).

Já em relação ao mesmo período do ano passado, quando a produção do setor industrial ficou 4,3% menor, houve queda em 17 das 27 atividades investigadas. A principal influência negativa partiu do ramo de veículos automotores (-16,8%).

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Outras contribuições negativas foram exercidas por alimentos (-6,1%), material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-24,3%) e metalurgia básica (-5,8%).

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